4 de outubro de 2015

Apocalipse Zumbi (Quando o amor fala mais alto) Parte 3

Continuando... 

Todos chegaram na mesa onde por hora estava acontecendo as reuniões.

- Não está contaminada! Ketlyn fala para Fernanda, que olha para Sérgio esperando uma resposta concreta da situação.
- É, ela não está contaminada, tudo limpo.
- Okay, obrigado vocês dois. Diz Fernanda. Ketlyn já estava revoltada pela atitude de mesma em não confiar nela para examinar Valeska, e agora porque ela não acreditava em suas palavras precisando da confirmação de outras pessoas, isso era revoltante.
- Muito bem, seja bem vindos! Aqui por enquanto está sendo nosso refúgio e nosso Porto Seguro, estamos nos organizando para fazer valer a pena cada dia aqui dentro, e a partir de hoje, isso será nossa cidade, nossa casa então espero cooperação de todos, ajudando no que precisar e sempre sermos humildes com os demais, sei que não agrado a todos e nem todos me agradam mais vamos tentar conviver com essas diferencias, levando em conta que aqui é nossa sobrevivência. Para vocês que acabaram de chegar, existe algumas regras, as mesma vocês procure tomar conhecimento com pessoas próximas e que já estavam presente aqui. O numero de pessoas graças a Deus, aumentou, e isso é muito bom, quanto mais melhor, temos  sete salas, uma a gente já ocupa, vocês quem decide se vão ficar lá ou vão para outras, porém, algumas salas tenho planos para elas. Mas, mesmo assim, vocês escolhe dentre as sete. Finaliza a líder 


- Fico com Ketlyn. Diz Valeska.
- Eu também quero ficar com a geral. Diz Lavínia. 
- Se possível eu também. João Pedro fala.
- É, então vou com o resto! Não quero ficar só. Diz Lucas, ainda inconformado com a morte de Alice.
- Muito bem, a sala o pessoal vai mostra onde ficar, mas antes vale a pena ressaltar que Sérgio e eu somos os líderes, devido uma votação com os que já estavam presentes. Aceitamos opiniões, e jamais censuraríamos qualquer opinião dos mesmos.
- Okay. Todos respondem

19hrs00; Jantar.


Todos comiam bem, Silvanio tinha preparado um grande banquete, tinham bastante suplementos de variáveis jeitos.

- Sim, quase ia me esquecendo. Diz Lavínia se dirigindo a Fernanda, que se encontrava na ponta da mesa.
-Esquecendo do que? Pergunta ela.
- Tinha trés meninas com a gente, procurando por vocês.
- Vocês quem? Pergunta Ketlyn.
- Sérgio, e Fernanda. Diz Lavínia.
- Quem era essas meninas? Pergunta Fernanda levantando de imediato. no fundo ela sabia que umas delas era sua amiga Sofia, afinal levando em conta o raciocínio das duas, a cidade que Fernanda Morava é bem melhor do que a de Soh, tem menos pessoas e seria um bom lugar para tentar uma sobrevivência.
- Uma se chamava Carla. Diz João Pedro.
- Acho que a outra era Sabrina, algo do tipo. Diz Valeska.
- A outra tava mais nervosa, se chamava, Sou, Soh...
- SOFIA! Grita Fernanda, atrapalhando Lavínia.
- Isso mesmo! Confirma ela.
- Meu Deus, e cadê elas? porque não estão com vocês? Pergunta Sérgio eufórico.
- Bom, como elas nós achou, e vinham de cidades distantes, provavelmente a que você estudava Fernanda, a gente tentou imaginar onde vocês estariam, o que me veio a Creche na cabeça, então elas nos ajudaram, e quando foi para chegar aqui o fluxo de mortos vivos, estava muito alto para nós todos passamos, elas pegaram um carro e saíram em sentido contrário, para que os zumbis seguissem, dando assim tempo para chegar aqui, elas ficaram de retornar assim que a gente chegasse, mas até agora nada, levando em consideração a quantidade dos zumbis não sei se posso assegurar que elas ainda estejam vivas. Diz Lavínia.
- Sem contar que Samara, se habilitou em ir com elas. Diz João Pedro.
- Meu Deus, meu Deus. Que confusão! Diz Sérgio.
- Elas vão retornar, eu sei que vão! Sofia é esperta o suficiente para ser pega por eles.  Diz Fernanda se retirando da mesa, seguiu em direção as pontes que eles construíram para fazer a ronda e também observar como estava as coisas através dos muros do local. Fernanda senta-se em umas delas e fica ansiosa esperando a qualquer momento um carro dar ar de graça e aparecer com sua amiga. Nisso ela também adquire o mesmo hábito de Ketlyn, e tira um caderninho do bolso e começa a escrever.

22hrs00min


Estavam tudo calmo! Os meninos recém chegados, aproveitaram para descaçar bastante afinal, dali em diante haveria muito trabalho a ser feito, já que estavam como uma família, então deitaram-se logo após o jantar, Silvânio e Ana Maria, havia terminado de lavar todos os objetos utilizados na janta, e já estavam se recolhendo. Sérgio, estava sentado no banco do pequeno pátio observando a lua, que realmente estava radiante! Pena que não era um bom momento para ela está assim, o céu também se encontrava bem estrelado perfeito por sinal. Rubens e Douglas, verificavam todos os cômodos, e lugares conferindo se realmente estavam fechados, aproveitando para fazer a ronda da noite. Rubens se dirigiu a outra plataforma de madeira, e ficou observando o movimento do outro lado do cerco, ficando em posição pelo resto da noite. 


- Oi? Douglas fala ao se aproximar de Sérgio que estava pensativo, e por isso tomou um grande susto.

- Ai Meu Deus, que susto Douglas! Chega igual um alma penada.
- Ainda bem que temos zumbis, e não alma penada. Diz Douglas tentando descontrair o clima.
- He He He, morrendo de rir com seu humor, não tem graça alguma!
- Desculpa, só queria conversar! Mas... vou nessa...
- Não! Diz Sérgio e Douglas para.
- Que? Pergunta Douglas.
- Fique um pouco mais, afinal nunca conversamos bem, pode ser a nossa primeira oportunidade.
- Tudo bem! Douglas senta ao lado de Sérgio, e fica na mesma posição que Sérgio estava antes dele chegar.
- Como podemos ter um cenário tão lindo desse, com um mundo horrível feito o nosso?! Pergunta Sérgio, também olhando para o céu.
- Acontece que mesmo estando bom ou ruim ele sempre esteve lá, nós humanos que nunca paramos para aprecia-ló, em vista que damos desculpas de sempre "não termos tempo para nada", tínhamos todo o tempo do mundo, só que o mundo não tinha esse tempo todo, e deu no que deu. Douglas olha para Sérgio, que já estava o olhando admirado com as suas recentes palavras.
- Porque nunca conheci esse seu outro lado Douglas?
- Talvez, porque nunca o olhou...
- Olhei até demais, Sérgio diz aproximando-se. Ao mesmo tempo os dois ficam se encarando, Sérgio compreendia cada olhar e gesto dele, e sabia o quando o olhar dele também o desejava mas por que ainda parecia existir uma barreira que o mesmo não conseguia ver. Nesse tempo Douglas baixou a vista e se levantou.
- Preciso ir, tenho trabalho a fazer... Diz dando de costas a Sérgio.
- Covarde como sempre! Diz Sérgio. Douglas escuta aquilo e continua andando. Sérgio não conseguia imaginar o que fazia ele se privar de seus sentimentos, era o final do mundo, e estava em um apocalipse zumbir, ainda existia mesmo o "certo e o errado?" Sérgio ficou se perguntando puxou um caderno e começou a escrever. 
Mesmo com tudo desabando aos nossos pés, ainda continua aquela gargantilha amarrada em sue pescoço o privando de falar todo o que sente, e as mãos se encontra acorrentadas, impedindo qualquer movimento! Preciso encontrar a chave delas, caso não encontre logo, não sei se terei muito tempo afinal, não sei nem quanto tempo eu tenho, pode ser a eternidade e pode ser um milésimo, vai depender da ironia do destino. Eu realmente estou explodindo de amor, e isso me sufoca, parece parafusos presos em minha garganta, e quando acho que vou vomitar, mais parafusos engulo, acho que estou morrendo asfixiado pois não tenho mais espaço para tanta prisão de sentimentos. By: Sérgio.
Sérgio guarda o caderno levanta-se, pega suas armas e se arruma, parte para fazer sua ronda, quando chega perto da porta do banheiro é surpreendido por Douglas, o puxando, logo o encostando na parede.
- Covarde sempre fui! mais nunca menti em relação ao que sentia, pena que nunca assumir para ninguém, mas isso não importa, eu tinha a certeza dos sentimentos e isso era o suficiente para continuar os dias tranquilos. Douglas fala olhando em seus olhos, logo após lhe dando um beijo. De primeira, Sérgio se encontrava muito assustado, afinal que mania mais feia essa de Douglas viver dando-lhe sustos, mais logo se entregou. Engraçado, que ele não ouviu e nem viu mais nada, apenas sentia o quanto era bom aquele contato, e o quanto o amava, aquilo realmente lhe dava uma felicidade enorme, felicidade essa que não tinha alguns dias, e parecia que tudo iria se resolver, incrível como um ser humano pode se acha forte o suficiente com outro alguém especial. O beijo foi demorado, aos poucos foram se desprendendo, e tomando folego.
- Esperei anos por esse dia, e não imaginaria que seria em um caos como esse. As pessoas precisam saber que vão perder para dar valor? Pergunta Sérgio, dando-lhe um selinho e encostando a cabeça em seu peito.
- Eu nunca o perdi, eu sempre o sentir! Só não podia e nem posso corresponder na mesma intensidade que você. Diz Douglas, se afastando e se retirando do banheiro. Sérgio continua boquiaberto com o que aconteceu, molha o rosto para tentar raciocinar como pode por um momento achar que tudo daria certo e abrir os olhos e ver que nada disso era tão real assim, que ele estava só de novo? Não quis mais pensar no assunto, afinal já estava lhe causando dores que algum tempo, é de tanto doer, não doía mais com a mesma intensidade, seguiu em direção a sua plataforma, que ficava frente com a de Douglas que já se encontrava lá em pé parecendo que não estava presente em seu corpo.
- Estranho não seria a palavra certa para lhe definir Douglas, inexplicável sim! Sussurra Sérgio, subindo para fazer vigília.

00hrs30min: 31/10/2015


- Anda! Por que você não aparece logo?! que demora é essa?! Fala Fernanda, já cansada de ficar de um lado para outro, sentar, levantar, deitar e mesmo assim nada de Sofia.

- Se continuar desse jeito vai fazer um buraco nas taboas. Diz Ketlyn entregando-lhe uma xícara de café.
- Obrigado! Responde lhe Fernanda, recebendo o café, e sentando. Ketlyn senta ao seu lado.
- Não sabemos mesmo se elas ainda estão vivas! Então porque não vai dormir, desde das dez horas que você está ai, andando de um lado para outro, só estava faltando ficar de cabeça para baixo. Diz Keltyn.
- ELAS ESTÃO VIVAS SIM, PELO MENOS SOFIA, EU SEI, EU SINTO! E a qualquer momento elas vão chegar. Diz Fernanda fazendo rebolo da xícara na cabeça de um zumbir lá embaixo.
- Ele era o pai de um amigo nosso. Diz Ketlyn saindo e deixando-a sozinha novamente.
- Eu não me importo! Sussurra Fernanda.
João Pedro tinha levantando, já estava a disposição para substituir alguém, os demais se encontrava dormindo.
- Precisa que eu fique em seu lugar, Rubens? Pergunta João. 
- Não, eu to bem! Acho melhor você perguntar a Fernanda, acho que ela já está cansada, está no mesmo lugar desde das dez, e já são duas horas.
- Tudo bem, vou saber. Nesse momento Sérgio chegar.
- Vá para minha plataforma João, que eu fico na de Fernanda.
- Tudo bem! então pegou suas armas e se dirigiu para seu posto. Douglas que não gostou muito da ideia de Sérgio trocar de lugar, mas não comentou nada, porém, era óbvio em seu rosto.
- E se elas não voltarem? Pergunta Sérgio subindo na Plataforma de Fernanda.
- Eu vou atrás delas, nem que seja no inferno, até que a encontre-as, não vou sossegar! Fala Fernanda com a visão fixa na escuridão da esquina.
- Mona sabemos que tudo pode acontecer! Então, vá descansar já passou tempo demais aqui, qualquer novidade eu lhe acordo. Vou ficar por você. Sérgio realmente queria desabafar sobre o acontecido da noite, mas notou pela aparência abatida e cansada da prima que não era um bom momento, e deixou quieto por enquanto.
- Realmente preciso dormir, to com muitas dores na coluna, e ficar aqui em cima o tempo todo, não rola, preciso de um cochilo. Obrigado primo, depois quero saber o que falaste com Douglas.
- An? Como assim? falei com ele? Pergunta Sérgio pasmo com Fernanda, ter conhecimento de que rolou alguma conversa entre os dois. Fernanda apontou para a lua e as estrelas.
- Elas nos liga oticamente, quando as admiravam notei que tinha mais gente fazendo o mesmo, nesse deserto de mundo, e quando olhei para o banco estava você e ele, ele olhando para cima e você o encarando... Fico feliz que esteja acontecendo algum diálogo entre vocês. Finaliza Fernanda descendo a escada da Plataforma. Serginho apenas sorrir, ficou surpreso pela percepção da prima.

Fernanda, entrou no quarto onde o restante da galera se encontrava, e viu que seu lugar Valeska tinha ocupado, estava bem ao lado de Ketlyn, as duas dormiam. Ao lado Lavínia e Pedro, um colchonete vazio, presumiu que João Pedro estava dormindo ali. Silenciosamente para não incomodar ninguém, pegou suas coisas, que estavam perto de Ketlyn, parou e ficou olhando-a, era realmente uma linda menina, ainda mais dormindo.

- O Sono deixa todos inocente, não sei por que durmo com cara de brava! Sussurrou pra si mesmo. Fernanda pegou suas coisas e saiu para a sala do líder, viu que não havia espaço entre elas, e decidiu que dali em diante dormiria na sua sala.

05hrs15 da manha


Sérgio continuava de guarda, juntamente com Rubens, Douglas e João Pedro. A noite tinha sido comprida até ali. Quando se ouviu um barulho de motor de carro a  alguns quilômetros, todos que estavam de guarda levantaram tentando enxergar alguma coisa, mas só ouvia o barulho do carro, que aos poucos veio junto com barulhos de tiros, parecia que um exército estava invadindo a cidade. Fernanda se acostumará com sono leve, rapidamente levantou, pegou suas coisas e saiu correndo para a plataforma que Sérgio se encontrava.

- O que ta acontecendo? Pergunta Fernanda subindo rapidamente pela escada.
- Não sei! Acho que tem algum sobrvivente bancando o herói e ta vindo em nossa direção. Responde Sérgio, todos olhando para o lugar onde supostamente vinha o barulho.
- Né?! E vindo com todos os zumbis! Por que se eles continuar desse jeito, logo mais vai ter uma multidão de mortos vivos, já estava ficando até escasso nesta parte da cidade. Diz Fernanda, com a mão na cabeça.
- Disso é o que tenho medo.
- Sérgio, acho que é Sofia, algo me di...
Antes de Fernanda concluir o que estava falando, um carro estilo camionete 4x4 curva com tudo a esquina, e vem em alta velocidade atropelando uma multidão de mortos vivos, disparos são feitos constantemente, o carro curva a esquina da creche, e para de frente ao portão buzinando.
- Só pode ter perdido o juízo essas pessoas, que se encontra neste carro... Saí Fernanda correndo em direção ao portão. Sérgio, Douglas, João Pedro e Rubens a segue. As pessoas que se encontravam dormindo, acordaram todos atordoados e levantaram também, cada qual pegando suas armas, não fazia a menor ideia do que estava se passando. Logo todos estão de frente ao portão. Fernanda reconhece Sabrina, que está em cima da carroceria atirando feito louca.
- Meu Deus! só me faltava essa, até em caos desse tipo essa menina atrapalha. Diz Fernanda, abrindo o portão, fazendo sinal para Sérgio fecha-ló.
- Nem pensar que vou deixar você ir sozinha! Diz Sérgio saindo com sua prima, Douglas, Rubens e João pedro sai em seguida.
- Pedro Emanuel, por favor nos der cobertura pelo lado de dentro, e abra o portão quando notar que estamos voltando. Diz João.
- Okay. Responde Pedro, fazendo guarda no portão.
- Gente o que ta acontecendo aqui? Pergunta Silvanio.
- As meninas de quem falamos ontem cara, elas estão vivas. Diz Lavínia.
- Põe "vivas" nisso. Brinca Valeska.
- Inacreditável. Diz Ketlyn, boquiaberta.
Ao sair, Eles se depara com uma multidão vindo em suas direções.
- Sofia, vai até o segundo portão! Grita Fernanda para amiga. Neste momento ela liga o carro, e saí. Fernanda e Sérgio que estavam com as chaves correram, um do lado do outro, tinha poucos zumbis, mas se demorassem mais não sabia quantos iram aparecer. Fernanda pede cobertura de Sérgio para abrir o portão. Ela abre o portão, Sofia entra em disparada, Sérgio entra em seguida Fernanda vai fechando, quando ver que os trés meninos que saíram estava ficando cercados. Na mesma hora ela sai de volta.
- Ta louca? volta para cá Feh. Grita Serginho.
- Preciso ajudar os meninos. Fecha o portão ai pra mim Mona.
- Meu Deus, tão chegando muito deles. Serginho fala.
- Eu to vendo. Fala Fernanda entrando no meio arrancando a cabeça dos que entravam em sua frente.
- Peguem as armas de fogos, esse é um bom momento para usa-las não acha? Fala Fernanda ofegante.
Sérgio pede para todos subirem na plataforma de frente para mete bala na cabeças daqueles monstros.
- Você continua ai Pedro, espere eles vim para você abrir o portão. Grita Sérgio.
- Ta certo. Pedro responde pegando sua pistola e ajudando dali mesmo.
Logo está um fluxo de zumbis, que quase não se via mais os meninos, cada um estava distante dos outros. João pedro era o que estava mais perto do portão de entrada, com ajuda dos meninos, ele consegue correr, Pedro abre o portão para ele que logo entra e corre para a plataforma para dar cobertura aos outros. Rubens e Douglas, se bateram costa a costa, com os dois juntos dava para fazer uma limpeza de 360º, todos que estavam aos lados deles, eles iriam decapitando-os. Sérgio se assustou ao ver a Katana de Fernanda jogada no chão, procurou mas não a viu.
- Gente vocês estão vendo Fernanda? Pergunta Sérgio aflito
- Meu Deus não a vejo alguns minutos estou tentando localiza-lá, mais ta escuro ainda e tem muito deles la embaixo. Fala Ketlyn choramingando. 
- Ali. Sofia chega gritando apontando para um numero de zumbis considerável.
- ali aonde Soh. Pergunta Sérgio, Atirando nos zumbis que ela tinha apontando, só que não notou que tinha uma pessoa caída no chão brigando com um zumbir.
- ali no chão Sérgio, aquele zumbir ta tentando morde ela, por favor gente atire naqueles que estão se aproximando.
Todos começaram atirar, Fernanda já estava sem forças, pois o zumbir que estava tentando ataca-lá era Alice, a mesma que tinha sido devorada viva pelos mortos, só que ela parecia bem mais evoluída do que eles, tinha uma força imensa, e fazia uns barulhosos esquisitos.
- Chegou meu fim. Diz Fernanda já sem forças. Quando ver algo explode a cabeça de Alice, ela olha para cima e ver que Sofia tava sorrindo, tinha acertado o tiro. Fernanda ainda deitada olha onde sua katana estava ao ver que era impossível chegar ate ela, puxas as pistolas e começa a fazer disparos, sua sorte era que Douglas e Rubens ainda estavam fora, isso atraía metade dos zumbis para lá, Fernanda consegue levantar e disparando na cabeças dos "amiguinhos mortos", chega próximo da sua Katana, a pega e saí para ajudar os meninos, que já estavam abrindo caminho para o portão. Fernanda Chega por trás da rodas de zumbis que tinha se formado, foi acertando uns até que viu os meninos.
- Vamos por aqui, corram, rápido! fala Fernanda. Os meninos passaram correndo e os trés foram direto ao portão. Pedro já os aguardavam e abriu o portão. Eles entraram!
- Graças a Deus está tudo bem. Disse Pedro. Fechando o portão, e reforçando as fechaduras.
- Nem me fale, pensei que íamos todos morrer. Fala Rubens quase sem ar. os demais que estavam postos as plataformas desceram! 
- Meu Deus que loucura . Diz Ketlyn se aproximando,
- Feh como você está? Pergunta Sérgio.
- Estou bem Mona, não se preocupe. Nesta hora se aproxima, Carla, Sabrina e Sofia.
- Pensei que iria morrer antes de se despedir de mim cara. Fala Sofia se aproximando de Fernanda.
- Sua cretina, podia fazer menos barulho. Fernanda fala abraçando Sofia.
- Eu sei, eu sei! mas não deu, tinha muitos deles no centro e a gente vem arrastando alguns de umas cidades ai. Diz Sofia sorrindo.
- Nossa, obrigado viu?! Fala Fernanda entrando na gargalhada. Embora últimos dias não notassem Fernanda fazer isso, precisavam se concentrar.
- Gente vocês precisam ser examinados. Fala Ketlyn... Ciúmes era isso mesmo que estava se passando alí? Fernanda pensou .
- Verdade, precisam mesmo. Concorda Fernanda.
- Mais para que? estamos todos bem. Diz Sofia.
- PORQUE É REGRA. Grita Ketlyn. 
- Ta cara, calma ai, apenas perguntei o por quê. Fala Sofia.
- Calma Ketlyn, sabemos disso, vamos verificar todo mundo. Fala Fernanda ficando irritada com a situação.
- Vocês que estavam lá fora também vão ser vistoriados. Diz Ketlyn.
- Calma ai! Por que a gente também? Pergunta Sérgio.
- Oxê, por que a gente?! porque vocês podem ter sido contaminados agora lá fora e podem esconder isso, não queremos nenhum zumbir entre nós não é mesmo Fernanda? Regras são Regras. Fala Ketlyn cruzando os braços.
- É verdade Ketlyn. Fernanda odiou ter que concordar com aquilo, afinal, ela só tava querendo dar o troco, porém, era o mais certo a se fazer.
- Bom, então vamos lá. Diz Ketlyn.
Logo depois que todos foram verificados e nenhum estavam com sinais de contaminação, todos se reuniram na mesa de sempre.
- Então por que Samara encontra-se desmaiada? Pergunta Sérgio as meninas.
- Acho que ela não aguentou a pressão desse dia, e puff caiu dura no cão do carro. Fala Sofia tirando onda com a situação.
- Credo Sofia, ela apenas ta muito abalada com os últimos acontecimentos, e não se alimentou quase nada, está muito fraca e apagou quando vinhamos para cá. Sabrina explica.
- Hum, então vamos preparar algo para ela comer, ela precisa de alimentação. Diz Silvanio levantando e indo para a cozinha.
- Verdade vou com você. Ana Maria o segue.
- Como sobreviveu Sabrina? Fernanda pergunta olhando nos fundos dos olhos dela, Sabrina odiava ela mais que tudo.
- Não sei ao certo, estava na casa do Lucas, que o mesmo não sobreviveu. Fala começando a chorar.
- Hey calma. Fala Rubens.
- Hum entendo. Disse Fernanda.
- Daí ela me encontrou, e como eu estava com as revistinhas aí já viu né?! dominei geral a parada aqui. Sofia continua sendo sarcástica.
- Nossa meu irmão! Sabia que você ia pegar elas. Fala Fernanda caindo no riso.
- Serio? você também pegou né?
- Claro Soh, acha que nossa conexão falha alguma vez? Fala Fernanda tocando na mão dela.
- (Gargalhadas), sabia que não ia falhar mesmo!
- E você Carla, me lembro que não é da mesma cidade que Sofia. Como encontrou as meninas? Pergunta Fernanda.
- Eu estava saindo da minha cidade com uma caravana, que tinha sobrevivido, daí como muitos eram mortos no decorrer da viagem eu encontrei um a Zulfiqar, ou melhor a réplica dessa espada. Quando cheguei na BR, ela ia passando e me reconheceu, eu entrei na carroceria do carro e começamos nossa jornada.
- Zulfiqar é uma grande espada mesmo! Mesmo sendo a replica. Disse João pedro.
- Entendido! pessoal, temos um pequeno problema. Disse Fernanda.
- Qual? todos de uma vez perguntaram.
- Sabe Alice, que foi pega ontem?
- O que tem ela? Pergunta Lucas.
- Então, ela virou uma deles, só que o problema é que quando uma pessoa vira um deles, ficam mais evoluídos, com mais forças e mais coordenação motora. Eu notei isso, quando ela me atacou. Se Sofia não tivesse acertado a cabeça dela, eu já estaria morta. Concluí Fernanda.
- E agora o que vamos fazer? Pergunta Douglas.
- Isso é obvio! vamos matar uma pessoa assim que ela for mordida. Diz Sérgio, com tom de arrogância.
- O QUE?! Pergunta Valeska, Lavínia e Ketlyn.
- É a única saída pessoal. Fernanda fala.
- Meu Deus. Onde vamos chegar desse jeito?! Fala Ketlyn revoltada com essa nova regra.
- Não sei, e nem quero saber! Mas que fique decidido e regrado, mata aquele que for contaminado; Isso vale para os de dentro e os de fora. Não quero ver eles se evoluíndo, depois do que vivi hoje com Alice, prefiro ver todos mortos! Bom, assunto encerrado, Carla, sofia e Sabrina, pegue suas coisas no carro, tomem banho e comam alguma coisa, vou pedir para os meninos fazer um café da manha bem reforçado, mesmo sabendo que eles já estão fazendo isso. Nisso ela se retirou para a sala dos líderes.
- Gente que clima pesado é esse? pergunta Sofia se retirando para fazer o que sua amiga tinha lhe dito.

07hrs10min 


Fernanda estava escrevendo no caderno novamente, ninguém sabia o que era, e nem onde ela guardava o mesmo.


- E ai cara? Pergunta Sofia entrando.

- Oi? fala Fernanda.
- Mona tudo bem? Pergunta Sérgio. Os dois entraram e sentaram ao lado dela.
- Gente preciso da ajuda de vocês, o número de pessoas está ficando cada vez maior, nosso abastecimento de comida não vai durar muito tempo e nem de água, precisamos distribuir algumas tarefas aqui, vocês podem me ajudar ?
- Claro. Fala os dois.
- Ótimo! Eu estava andando por trás da creche e notei que neste lugar eles cavaram um poço afinal a seca nestes lados estavam de matar, isso nos assegura alguns meses.
- Concordo, então estamos com uma ótima chance de sobrevivência aqui, poderemos ficar um tempo sem precisar migrar para outros lugares. Diz Sofia.
- Isso mesmo. Concorda Sérgio.
- Então vamos lá, começar dividir trabalhos. Então eles começaram a divisão, e passaram o dia trancados na sala.

08hrs00 da manha.


Rubens, Douglas e João Pedro, se encontravam dormindo, juntamente com Sabrina e Carla. O resto da turma prepara o almoço e fazia ronda ao mesmo tempo. Quando todos sentaram na mesa.


- O que será que aqueles trés estão fazendo dentro daquela sala? Pergunta Lavínia.

- Não faço a menor ideia do que se trata. Diz Valeska.
- Devem ta colocando os babados em dia. Fala Silvanio.
- Babado de que?! Só se for de zumbis por que não tem mais nada do que se aproveitar. Fala Ketlyn se retirando para ficar na sua Plataforma, que era a mesma que Fernanda usava.

- Pessoas ignorantes é foda, não suporto! Diz Ketlyn subindo, ao chegar, senta e começa a escrever.

Não sei se acostumo com essa vida, afinal tudo sempre acontece muito rápido! Antes quando me lamentava por ter pedido amigos especiais, hoje já agradeço por não ter perdidos, porém, vejo como as pessoas estão ficando, secando, apodrecendo e mesmo assim continuam andando de um lado para outro. Me pergunto se eles tem lembrança de alguma coisa, ou se sentem algo?! As vezes me dar um dó de ver-los assim, queria poder fazer algo por todos nós, algo que realmente ajudasse a humanidade por completo. Por quê ao invés de um apocalipse não acabou o mundo de uma vez?! seria bem menos doloroso. Quando sair para ajudar ao meus amigos, eu senti aquela velha pessoa de antes ao meu lado, foi tão bom ouvir "eu também preciso de você", foi como se tivesse por um segundo voltado ao tempo, e viver aquelas coisas do passado, onde todos era consciente de seus atos, onde ninguém era carnívoro. Saudades, apenas saudades. By: Ketlyn.
- Como você acha que vamos sobreviver daqui pra frente? Pergunta Ana Maria a Silvânio,
- Eu realmente não faço a menor ideia, só quero sobreviver! Ele responde.
- Por que vocês não pensa em algo melhor, ao invés de como sobreviver?! É pra isso que temos uma liderança formada, para fazer a gente sobreviver. Diz pedro entrando na cozinha e pegando uma maçã.
- Oh meu Deus! Lá vem o babão, você ta agindo como se isso fosse politica, afinal nem sabemos mesmo se essa "liderança" quer ajudar, ou está agindo apenas por que é de nós que vem essa sobrevivência. Diz Silvânio
- Não fale merdas, você sempre é pessimista aqui, sempre atrapalhando. Diz Pedro saindo da cozinha.
- Vamos terminar o almoço! Silvânio, 
- Esquece isso. Diz Ana Maria.
- Okay!

11hrs00min


Na hora do almoço a mesa ta formada, Carla, Sabrina, Samara, Rubens, João, Douglas, Ketlyn, Lucas, Pedro e Lavínia senta a mesa, era um sentimento bom, quando todos estavam reunidos para as refeições, olhavam-se todos, viam que uano mais mpo passava mais gente sentava ali, e isso dava esperança. Silvanio e Ana, colocava a mesa, quando terminaram se sentaram, neste meio tempo chega Fernanda, acompanhada de Sofia e Sérgio.

- Boa tarde pessoal. Fernanda Diz.
- Boa. todos responde.
Logo começam a comer e os diversos assuntos foram abordados, muitas risadas e muito agito com as historias vividas por cada um ali presente.

- Gente, eu sei que está muito agradável esse almoço, mas precisamos nos organizar, nesta manhã. Eu juntamente com Sérgio e Sofia, organizamos algumas tarefas para ser divididas aqui, e espero que todos concorde com essa divisão, caso a maioria não concordar a gente providencia outra coisa, lembrando que não temos essa outra coisa, é só se a maioria não quiser, okay?

- Certo. dizem a maioria.
- Muito bem, vamos lá. Temos um poço que foi perfurado aqui nesta creche o que nos dar mais tempo com água potável, não sabemos o tempo, só sabemos que vai demorar secar, mais isso não quer dizer que devemos acabar com tudo, então decidimos que uma pessoa vai ficar responsável pelo racionamento da água no nosso Porto Seguro, ela deve manter em vista que precisamos de água e deve ter consciência de como usa-lá. e a pessoa escolhida foi você Keltyn.
- Hã? Eu? M-mais por que eu? Eu sou péssima para economizar coisas.
- Vai se dar bem nesta. Diz Fernanda.
- É! A gente ta aqui pra ajudar. Diz Sérgio.
- Tá né, fazer oque?! Diz Ketlyn.
- Ótimo! Precisamo de uma pessoa que tenha em vista os nossos mantimentos, e como anda o abastecimento e que precisa repô, de como vai ser feito as refeições, para ter um cardápio, sempre tendo notificações do que temos disponível e o que tem em menos quantidade, para que façamos equipes para sair e pegar os mesmo. E Ficamos com Ana Maria.
- Ta certo. Ana Maria aceitou sem nenhuma interrogação. Era sempre de boa, estava disposta a ajudar em tudo.
- Precisamos de gente que fique responsável pelas produção de refeições, e Ficamos com Silvânio com chefe, e Lavínia, como sua ajudante.
- Eu já fazia isso mesmo. Diz Silvanio.
- Por mim tudo bem. Diz Lavínia.
- Por você fazer isso mesmo Silvânio, que decidimos deixar como está.
- Há ta certo. Diz Ele.
- Agora vem a parte da limpeza, precisamos de pessoas que ajude nesse trabalho, a creche é bastante grande, então é um trabalhão. Decidimos que Valeska, Samara, Rubens, Sabrina e Lucas ficariam com a limpeza do nosso lugar.
- Está certo. Todos dizem menos Valeska.
- Só tem isso para mim fazer? Fala Valeska indignada
- Quer ficar para puxar inchada ? Pergunta Fernanda franzindo a testa.
- Tá eu fico na parte da limpeza!
- Que bom. E por último, a questão de plantação, vamos tirar aqueles brinquedos de madeiras que era das crianças, daquele espaço e vamos utiliza como uma roça, é bastante grande, tem espaço para se plantar muita coisa, precisamos colher algo também, não vai sempre que vamos encontrar tudo nos mercados, até porque existe data de validade para isso tudo. E nesse trabalho ficou, Douglas, Pedro, Sérgio, Sofia, João Pedro e Eu. Para plantarmos e colhermos.
- Firmeza. Disse João Pedro.
- Espera e essa menina? Disse Valeska apontando para Carla.
- Bom, eu estava chegando nela agora Valeska. Pessoal, temos um gerador, e temos bastante gasolina disponível em todos os postos, então energia não vai ser problema, porém, vamos ter uma racionalidade com ela também, vamos ter hora para tudo, como Carla, e técnica em informatica, queríamos saber se você Carla, poderia desenvolver um programa para controlar a questão dos banhos, visando a quantidade de água e tudo mais, e aconselharmos sobre o uso da energia.
- Sim, posso sim! porém, preciso de um computador avançado, e que tenha algumas ferramentas para que eu possa desenvolver este tipo de programa. Diz Carla.
-  Hum, sabe aquele meu vizinho que estudava com você? o Jilcimar?
- Sim Sei! O que tem ele? Carla pergunta.
- Poderíamos ir na casa dele e procurar seus computadores, trazer-los afinal ele era "mô" Nerd, e deve ter tudo isso que você disse.
- Verdade! Bem pensado Fernanda, se tiver como vocês fazer isso, seria bem melhor para a gente. Carla responde.
- Okay, então depois vamos nos organizar para pegar esses computadores. Diz Fernanda.
- Que bom que todos estão ficando de acordo, não é mesmo? Pergunta Sérgio.
- Sim, a maioria responde.
- Que bom pessoal, tem a sala da administração, essa sala pode ser utilizada por Carla e Ketlyn, já que as duas vão fazer algo em função da água, e podem se ajudar.
- A sala da diretoria poderia ser nossa sala de reuniões, gostaria de saber Silvânio, se você não gostaria de decora-la?
- Aiiiiiiin amiga, Arrasou, claro que sim. Gritou ele.
- Sabia que tinha arrasado. Riu Sofia.
- Muito bem, pode pegar os matérias e começar agora, a sala dos líderes podem deixar comigo e Sérgio e Sofia, a gente decora e limpa.
- Okay. Todos respondem.
- Pessoal por hora está tudo okay, e já podem começarem a realizar seus trabalhos, qualquer pedido de alguma coisa que precisarem para a realização dos mesmo, só me procurar com uma lista, temos blocos de anotações disponível em todos os cômodos. Lembrando que a galera que ficou com a questão da agricultura, vamos começar a desmontar aqueles brinquedos. Finaliza Fernanda.

E assim foram todos fazendo suas tarefas. O pessoal da limpeza pegaram seus materiais e começaram, até se divertiam fazendo seus trabalhos, Silvanio correu para a nova sala de reuniões e começou a decora-lá. Ana Maria estava pior do que arquiteta, com uma prancheta na mão numerando, conferindo todos os mantimentos, olhando o que estava quase acabando e o que estava faltando.

Ketlyn e Carla, já estavam na sua nova sala, mesmo não tendo os computadores Carla foi dar uma força a Ketlyn, o que essa aproximação não foi do agrado de Fernanda e muito menos de Sofia, que estava afim de Carla, o que deu um grande sorriso ao rosto de Sabrina, assim ficaria com Sofia só para ela.

13hrs00min Na parte do parque.


- Ainda bem que tem ferramentas aqui viu?! Por que isso dar um trabalho para desparafusar.  Diz  Pedro, quase sem folego de cansado que estava.

- Pois é, não é tempo para reclamar rapaz, anda, anda! Fernanda deu um tapa de leve na cabeça dele e sorriu.
- Mano isso pesa demais. Disse Sérgio, quase caindo com as taboas nas costas.
- Espera ai, eu te ajudo. Disse Douglas largando o que estava fazendo para ajuda-ló.
- Muito obrigado Douglas, mais eu não sou covarde, posso fazer isso sozinho.... Serginho diz.
- Huuuuuuumm... Todos dizem menos, Sérgio e Douglas.
- Vamos trabalhar, deixar de falarem besteiras. Douglas todo nervosinho fala.
- Ninguém ta falando nada aqui. Diz João Pedro caindo na Gargalhada.
- Vá catar latas João Pedro. Diz Douglas voltando a arrancar as taboas com mais forças ainda.
- Calma ai cara, levar fora é normal. Diz Sofia. Douglas não comenta nada, afinal nem a conhecia.
Fernanda querendo cair na gargalhada, se contem.
- Pessoal vamos deixem ele em paz. Vamos nos concentrar aqui. Ela fala.

13hrs00 Na Sala de Ketlyn e Carla.


- Então, como podemos começar a economizar? Pergunta Carla.

- Bom! Vamos começar pela questão da água para a limpeza. Diz Ketlyn.
- Verdade.
Elas começam a fazer a notações de como deverá ser o consumo da água.

CONTINUA....


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