6 de novembro de 2015

Apocalipse Zumbi (Quando o amor fala mais alto) Parte 4

Continuando...

16hrs25min

O pessoal que ficou responsável pela agricultura já havia desmontado todos os brinquedos de madeiras e de ferro, tinham colocado ao lado pois iriam utilizar alumas coisas. Fernanda, Sérgio e Sofia, se dirigiram a sala dos líderes.

- Gente vou ver como ta ficando a decoração de Silvanio, deve está tudo Pink Choque. Fala ela para Soh e Serginho, cujos mesmos não seguraram o riso, era bem provável que estivesse totalmente pink.  



(Batidas)

- PODE ENTRAR! Gritar Silvanio.
- Ops, Tudo bem ai? Ela fala, pondo apenas a cabeça a vista do menino.
- Sim! Tudo nos conformes, veio me vigiar também? ainda num virei zumbir. Fala sarcasticamente.
- Ha Ha Ha, Morrendo de ri com seu comentário, claro que não! Só vim saber se precisa de alguma coisa, e concordar que está ficando realmente muito bonito. Ela se surpreendeu.
- (Risos) Obrigada pela ajuda e pelo elogio, mas dar pra me terminar sozinho.
- Okay! não esqueça da janta, estou com uma fome...  Silvanio joga um rolo de fita nela que que desvia, odiava ficar sobre pressão, ainda mais ter alguém para lhe lembrar seus afazeres.
- Saia daqui sua imprestável! Grita Ele. Ela corre para sua sala em gargalhadas, chegando lá é vitima dos olhares duvidosos dos outros, onde ela mesma esclarece o que aconteceu.

(Batidos)

- Pode entrar! Grita Fernanda.
- Oi?! (Risos) Ketlyn entra.
- OI! Diz Sofia e Sérgio. Carla logo aparece por trás.
- OI gente?! Diz ela.
- OI Carla! Os três na sala a cumprimentam.
- Então, a gente veio saber quando é que vamos pegar os computadores porque já estamos com quase todo o esquema de racionamento d'água preparado, só precisamos do programa para poder saber as etapas finais do uso d'água? Questiona Carla.
- Hum... Vejo que estão se dando muito bem! Afirma Sofia com ciúmes.
- Sim, Estamos! Ketlyn responde rápido, o que faz Fernanda fazer uma cara carrancuda.
- Okay, amanha partiremos atrás dos computadores, vou procurar Ana para saber se ela já está com a lista do que precisa e não precisa de alimentação. Concluí Fernanda friamente.
- Ta certo então! Finaliza Ketlyn.
- Ketlyn e Carla, Sobre a água mineral que temos na dispensa, vocês já tomaram alguma providência? e a questão do gerador?  Pergunta Fernanda.
- Há, vou ver esse detalhe ainda. Responde Ketlyn
- Okay!
- Então tô vendo ainda, é que fiquei a maior parte do tempo ajudando Ketlyn com algumas coisas, mas não se preocupe amanha estará pronto! Remata Carla
- Tudo bem, assim espero! As duas meninas saem da sala. Fernanda e Sofia trocam olhares que só elas compreende, Sérgio começa brincar com as duas, devido o papelão que as mesmas pagarão. 

- Credo! Essa menina é a maior ditadora que eu já vi, não gosto dela mano. Fala Carla a Ketlyn.
- Né?! Agora ela está assim, antes ela era totalmente diferente, acho que essa tragédia subiu a cabeça dela. 
- Mas mesmo assim, ela ainda não me desce!
- Ela é uma pessoa boa Carla...
- Okay se você ta falando, melhor nós voltarmos a fazer o que estávamos fazendo... Sugere Carla.
- Boa, só vou pegar alguma coisa para comer e já volto. 
- Beleza!

A turma da limpeza já tinha terminado o serviço, estavam todos mortos de cansaço, alguns estavam de banho tomado, outros foram diretamente dormir. Os meninos da agricultura excerto, Fernanda, Sofia e Sérgio, foram para as plataformas, Ana Maria continuava verificando tudo e fazendo anotações, Silvanio já tinha terminado, foi tomar um banho para preparar o jantar, Lavínia já o aguardava.

18hrs12min

- Boa Noite?! Fala Fernanda acompanhada de Sérgio e Soh.
- Boa! toda turma já estavam na mesa, como sempre, só esperando eles chegarem. Todos jantaram, O jantar novamente foi bem descontraído a única que não falava muito era Fernanda, só quando Sofia ia contar alguma resenha das duas que ela concordava falando "Foi, Sim, Não, Isso", palavras resumidas.
- Pessoal, só um minuto! Fernanda disse. Levando Sofia cair na gargalhada, pois aquela frase de "Só um minuto", era de seu professor de química e isso soava bem hilário aos ouvidos de quem a compreendia.
- Menos Sofia, menos, eu sei o que você está pensando então se contenha. Repreende Fernanda segurando o riso. Os demais se encontrava em plena confusão por não compreender bem o que estava se passando e o assunto que tinha designado na mesa.
- Gente eu tenho que contar essa resenha a vocês que Fernanda fez! Diz Sofia.
- Conta, conta! Algumas pessoas falaram.
- Não, agora não! Vamos tratar de coisas mais sérias e depois ela conta "minhas resenhas". Interrompe a mesma. 
- Mas eu vou contar mesmo amiga! Alerta Sofia. Fernanda apenas faz sinal de positivo.
- Gente, amanha vamos sair para procurar os computadores dos quais precisamos para criar um programa de racionamento de água, os mesmo se encontram na rua em que morava...
- Eu já estou com a lista pronta Fernanda, dos suplementos que precisa. Diz Ana Maria.
- Boa Ana, já ia lhe perguntar se estava com tudo pronto, muito eficiente você. Não foi impressão de Fernanda, Ketlyn realmente ficou com uma cara fechada após ouvir isso.
- Então como vai ser essa saída? Pergunta Samara.
- Bom, vamos fazer assim, escolhemos Douglas João Pedro e Rubens, fora Sofia e eu. vamos utilizar a camionete de Sofia, que é grande o suficiente além de caber muitas coisas, vamos passar no mercadinho primeiro, depois em lojas de eletros domésticos, seguido por uma das delegacias, finalizando com a casa onde se encontra os computadores, se der tempo ao posto de gasolina. Explica Sofia.
- Pra quê tudo isso? pergunta Lucas.
- Porque Lucas, Precisamos pegar as comidas, depois temos que passar em uma loja de eletros domésticos, pois precisamos acha rádios comunicadores entre outros aparelhos de comunicações que nos sejam úteis. Na delegacia para pegar o estoque de armas, munições, e roupas para proteção! Na casa do menino, para encontrar os computadores, e se der no posto de gasolina para abastecer o carro e trazer mais gasosa pra cá, afinal vamos utilizar sempre o gerador. concluí Fernanda.
- Bom, temos gasolina para umas três semanas, eu estava analisando os papeis dele, e notei que ele é bastante econômico sem contar que tem umas placas em cima dele, que retém energia a luz solar. Diz Carla.
- O QUUUUE? MENTIRA CARA?! Fernanda fica surpresa
- Isso mesmo! Ela afirma
- Estamos Feitos! Diz Sofia.
- Até demais! Concorda Pedro.
- Cara, que coisa maravilhosa, nem sempre vamos utilizar gasolina então?! Fala Fernanda.
- Exato, exato! Concorda Carla. Todos comemoram.
- Pessoal então ficar certo, amanha assim que o sol tiver nascendo quero os que citei a pouco, se arrumando quando estiver totalmente claro iremos partir.
- Certo! obtém confirmações de Douglas, Rubens e João Pedro.

22hrs14min

Carla Liga o gerador o que faz todos ficarem felizes, afinal já estavam cansados de usar velas. Todos pegaram os celulares e fizeram maior farra, só não estavam mais felizes porque não tinha internet.

- Douglas apague as luzes de fora das salas, não precisamos desse claro todo, vai chamar atenção de outros zumbis! Recrimina Fernanda. - Sofia e Sérgio, confiram se todos os locais estão fechados e se não tiver, fechem!
- Okay Feh! Fala Eles, Fernanda se dirigem ao quarto onde todos estavam hospedados.
- Olá pessoal, só porque estamos utilizando a energia não quer dizer que podem ficar desperdiçando assim, apague a luz da sala, a luz dos celulares de vocês é suficiente. Fernanda Fala e sai da sala.
- Mais enjoada do que essa menina ta pra nascer. Diz Valeska.
- ops, pois não vai nascer, só se for de um zumbir! Fala Lavínia descontraída levando o grupo a risos.
A noite estava tranquila, Fernanda subiu a sua plataforma e começou escrever, Douglas se posicionou na dele, Sérgio ao lado, Rubens na outra ao lado de Fernanda, João Pedro na plataforma do portão de entrada e Pedro na plataforma detrás.
No quarto se encontravam, Silvanio, Ana Maria e Lucas, dormindo. Ao lado estava Valeska e Lavínia, jogando UNO, do outro lado Ketlyn estava escrevendo.
Sabe quando seus sentimentos estão confusos? Eu não sei se posso dizer que isso é carência pelo fato de está em uma plena escasses na vida amorosa, mas mexeu comigo, aquela inteligencia e aquele potencial de pensar nas coisas de me ajudar em tudo, isso realmente me deixou muito excitada, porém, quando eu olho naqueles olhos castanhos claros, me mostram o tamanho de seu amor, e me faz sentir o mesmo, mesmo sendo uma ditadora, isso não me faz sentir raiva, as vezes queria sentar ao seu lado e conversar, tentar entender um pouco do que está se passando. As coisas se complicaram no decorrer dos dias e estão ficando piores, além dos mortos estarem se transformando os humanos também, se antes eu já não compreendia bem, hoje é que não vou! PS: Ketlyn
Ketlyn guardou seu caderno e logo foi jogar com as meninas, Sabrina e Samara estavam conversando sobre festas que tinham ido, e claro, Sabrina se lamentava de amor por Sofia e de seu caso passado com Fernanda.
- Cara, eu não entendo, a gente ficava, parecia que sei lá, iríamos ser o casal mais fofo de todos os tempos, entende? Perguntava Sabrina a Samara.
- Entendo mais ou menos, por que não estão mais juntas?
- Eu não sei explicar, eu acho que eu tenho o dom de afastar as pessoas de mim. Falava Sabrina já chorando.
- Calma Bina não é assim, eu tô aqui pode contar comigo, Sofia e Fernanda, são umas idiotas cara, elas fizeram isso tudo com você e agora deixaram você. Falou Samara abraçando Sabrina.
- Sem contar que Fernanda fez quase o mesmo. Disse Sabrina
- EEEEEEMMMM? Pergunta Samara.
- Isso! Sabrina continuou a contar a história de vida dela a Samara, que ouvia com muita atenção. Sofia estava um pouco ao lado, estava dormindo, afinal quando começou a ouvir as reclamações de Fernanda apagou, Carla que estava sentada lendo um livro no seu celular, foi jogar Uno com as meninas, mais um motivo para Sofia apagar, não queria ver aquela cena.
As horas foram passando, a noite estava tranquila, Fernanda desligou o gerador as duas da manha, todos já estavam dormindo, desceu e foi até o quarto. Quando chegou lá, viu Carla dormindo ao lado de Ketlyn, ambas as mãos estavam posicionadas uma sobre a outra, Fernanda sentiu aquele desejo insano de cortar a garganta das duas, mas não tinha motivos para isso, afinal não tinha nada com a outra.

02hrs09min

- Ei soh? acorda... Chamava Fernanda.
- OI amiga, tudo bem? aconteceu alguma coisa? Sofia, rapidamente levanta.
- Calma, só lhe chamei para me substituir na Plataforma, vou dormir um pouco. Disse ela saindo do quarto.
- Certo, já vou. Falou Sofia, olhando para a cena de Carla e Ketlyn.
- Sérgio vou nessa, mantenha tudo sobre controle. Disse Fernanda passando perto da Plataforma dele.
- Okay mona, pode deixar.
- João, Rubens e Douglas se vocês quiserem descansar podem irem, ta tudo tranquilo, e além disso vamos sair cedo amanha. Falou Fernanda para os meninos, que estavam em outras plataformas próximas.
- Okay, os três responderam.
Fernanda foi dormir em seu novo quarto, a sala dos líderes, era chato dormir ali sozinha, mas ela achava que também precisava se acostumar com a solidão, porque não sabia até quando todos estariam ao seu redor, e também tudo era melhor do que ver aquelas cenas de "caricias" que Ketlyn fazia, quando não era com Valeska, era com Carla. Fernanda Deitou rapidamente e logo apagou.

05hrs00min

Tuuuum.... Tuuuuum...

Fernanda desligou os despertador, ainda dormindo levantou sorrindo.
- Posso saber qual motivo dessa felicidade toda? Perguntou Sofia.
- QUE MERDA MANO. Ela gritou.
- O QUE FOI MENINA? Sofia pergunta assustada com o grito.
- Eu pensei que tudo isso era um sonho, afinal desde que aconteceu isso, meu celular tinha descarregado, e eu não tinha colocado para pegar carga, ai ontem eu coloquei e liguei o despertador e quando ele tocou agora achei que estava em casa, preste a me arrumar para ir para escola. Fala Fernanda entre dentes.
- Calma amiga, eu queria que tudo voltasse ao normal, mas infelizmente não pode ser assim. Diz Sofia, dando a mão para sua amiga levantar.
- É né?! Fernanda levantou.
- Então vamos nos organizar para sairmos.
- Okay. Ela responde.
- Silvanio já está terminando o café da manha, ele ta é eficiente hoje viu. Comenta Soh.
- (Gargalhadas) Ele deve ter visto vídeos pornográficos ontem quando colocou o celular dele na carga e deve está todo feliz! Fala rindo.
- Você não presta Fernanda. A outra comenta caindo na risada, se dirigindo a mesa, onde a maioria se encontrava sentados já. Feh decidiu ir na cozinha só para ter a certeza que tudo corria bem.
- Então Soh, fala qual era aquela resenha de ontem sobre o "Só um minuto" de Fernanda que você disse que ia contar. Pergunta Ketlyn.
- Há é verdade, A gente estava lá, respondendo as atividades, e tudo que o professor Bruno, falava era " Pessoal só um minuto, só um minuto" já tínhamos decorado isso dele. Ai na hora da prova, todos se encontravam nervosos porque era a prova do capiroto aquela, Fernanda acabou falando bem seria "Pessoal, só um minuto", não ficou um ser normal nesse dia, todos morreram de rir, foi uma coisa tão espontânea, não esperávamos. Conclui Sofia. Todos começaram a rir.
- Eu realmente não consigo enxergar esse senso de humor nela! Fala Carla.
- Mas tem, e pode ter certeza que tem, me dar nojo. Fala Sabrina.
- Você que o diga né Sabrina?! Sofia olhou para ela.
- É mais existi sim Carla, e quando ela se juntava com Sofia nada de bom podia esperar delas. Falou Ketlyn.
- Concordo plenamente amiga! Disse Sérgio. Nesse meio tempo Fernanda chegou, quando todos olharam para ela, caíram no riso, ninguém segurou.
- Oi? hã? entrou um palhaço aqui e eu não notei? Fernanda incomodada com aquilo perguntou. Todos riram e riram mais com seu jeito carrancudo que se formou - Ta legal, agora eu voei geral, pane no sistema... ela começou a procurar algo de errado em seus trajes.
- Ami, amii, amiiigaaaa... Fala Sofia morrendo de rir.
- Diz Sofia. Ao decorrer disso ela se encontrava completamente irritada.
- É aquela história de " Só um minuto". Sofia continuou rindo.
- Há Bom... pensei que fosse outra coisa! Logo ela sentou na mesa e toma café com os demais.

07hrs00min

- Pessoal todos estão prontos? Pergunta Fernanda.
- Sim! Todos respondem.
- Muito Bem, Sérgio, feche o portão quando a gente sair, e quero que alguém fique de guarda para quando retornamos abrirem logo o portão, caso apareça outro carro ou outras pessoas, vocês já sabem quais são as providências a ser tomadas. Fala Fernanda entrando no carro.
- Okay! Os que ficaram confirmaram. Na frente juntamente com Fernanda, entra Sofia e atrás vai João Pedro, Rubens e Douglas.
- Boa Sorte! Sérgio Diz a Douglas.
- Obrigado... 
Assim Sérgio caminha ao portão aonde abre, Fernanda liga o carro e saí de arrancada, encontravam-se poucos zumbis e já conhecendo bem os caminhos, sabia que na rua do mercado poucos deles estariam por lá. Então Fernanda pegou o caminho que tinha menos zumbis, os que aparecia os meninos em cima do carro tentavam decapitá-los. Ao chegar no mercado eles foram rápidos, Fernanda e Sofia iam pegando o que estava na lista e o restante dos meninos dava cobertura, um ou outro zumbir que aparecia, eles agiram rápido.
- Isso tem na lista? Pergunta Sofia a Fernanda que tava pegando chocolates e tava com a boca cheia de balas.
- Nuuuunnseusbjhuiedbd. Ela tenta responder.
- Entendi tudo amiga, vamos logo! Diz Sofia pegando as coisas e saindo correndo, Logo Fernanda vai atrás, Douglas entra para dirigir e se desloca em direção a loja de eletros domésticos, como era centro eles já esperavam ver um número bem maior de zumbis, quando foi se aproximando, notaram que vários deles estavam comendo dois cavalos, provavelmente alguma pessoa esteve ali, Fernanda ficou curiosa para saber o que era, até tentou chegar mais perto.
- Nem pense nisso! Disse Rubens segurando o braço dela.
- Mas pode ter algum sobrevivente perto dali. Disse ela.
- Pouco nos importa no momento, estamos em uma missão, esqueceu?
- Ta, ta cara, foi mal, vamos! Então eles correram para a loja. Agora Fernanda e João Pedro catava as coisas, o resto dava cobertura.
- Para que você vai levar esse helicóptero de brinquedo? Pergunta João a Fernanda.
- Quando chegar lá eu conto o porquê... Então ela saí jogando comunicadores dentro das sacolas, baterias, pilhas, lanternas, câmeras de alta definição, kits de espiões tudo que ela achava que seria úteis, João Pedro tava fazendo o mesmo, só levando em consideração que era com extremo cuidado que eles colocavam as coisas, não podia quebrar nada.
- Gente se vocês não se apressarem vamos morrer, olhe o tanto de zumbis que estão vindo em nossa direção... Disse Sofia, sem sem folego.
- Isso mesmo, não vamos dar conta, eles estão bem mais violentos. Disse Douglas.
- Vamos Logo, pegamos bastantes coisas. Disse João Pedro.
- Vamos! Afirmou Fernanda, que saiu correndo e voltou no mesmo estante.
- Vamos Logo sua louca. Gritou Sofia em cima do carro, Douglas já o havia ligado, Rubens estava esperando Fernanda chegar para pegar as coisas das mãos dela par uma força.
- Já Vai...  Fernanda pegou DVDs, de todo jeito e saiu correndo, Rubens pegou as coisas delas, quando ela subiu na carroceria, um zumbir pegou  seu pé, Rubens em rapidez pegou a katana das costa dela e cortou a mão do zumbis, Douglas acelerou...
- Ufa, Cara não sei nem como te agradecer. Disse ela retirando a mão do amiguinho morto de sua perna e jogando fora, Sua cara não era das mais agradáveis.
- Seja mais rápida da próxima vez. Disse ele.
- Pode deixar, não vou mais dar esses vacilos... Então seguiram direto a primeira delegacia que eles viam por perto, Entraram, as portas estava trancados, nas celas da delegacias todos os presos já haviam virados zumbis, Fernanda entrou enfiando a espada na cabeças deles, eles estavam horríveis parecia que estavam praticando canibalismo entre eles.
- Meu Deus, que imundice. Disse Sofia ao ver aquilo.
- Nem me fale, quero vomitar. Falou Douglas.
- Calma ai rapaz, aguenta mais um pouco. Disse Fernanda.
- Eles estão ficando podres e continuam vivos. João Pedro ressalta.
- Vou providenciar perfumes para eles. Disse Rubens descontraindo o clima.
- Gente precisamos Encontrar todas as munições, a porta de entrada está bem trancada Douglas? Pergunta Fernanda.
- Sim! 
- Então devemos nos preocupar com os zumbis que tiverem aqui dentro. Fernanda fala andando bem de vagar. Sofia vai abrindo a porta, e olha para Fernanda que grita.
- CUUUUIIDADO. Fernanda faz um disparo, quando Sofia, olha para frente a sala que ela acabou de abrir estava com sete zumbis policiais, os mesmos estavam vindo para cima dela, ela dar um passo para trás e eles se juntas, começa a cortar cabeças dos policiais, até não restar mais nenhum. 
- Está todos mortos? Pergunta Sofia.
- Acho que sim... Fala João Pedro.
- Os materiais deles estão aqui, vamos levar o que pudermos. Rubens e João Pedro pega as caixas de munições Fernanda e Sofia pegam as de Armamentos, antes deles saírem cada um coloca um colete, e Sofia pega uma bota, pois ela estava sem, Fernanda pega roupas e calçados para os demais. Douglas leva os restos das coisas. Ele iria dirigir então, não podia ficar com muita coisa, Eles olham para fora da delegacia, há um número de zumbis considerável perigoso, embora, se eles fossem ágios conseguiriam sair dessa numa boa.
- No três eu abro a porta e todos correm. Douglas disse.
- Certo. Todos respondem.
- um, Dois... e.... três, vaaaai.... Eles saíram correndo, Rubens e João Pedro, jogaram a munição e subiram ajudando Sofia e Fernanda, que logo estava em cima, Douglas já estava dentro do carro, deu partia e saiu de carreira, dando a volta.
- Meu Deus aquela é a praça de eventos? Pergunta Sofia.
- Acredite ou não, é ela mesmo! Confirma Rubens.
- Gente quantas pessoas ainda estavam vivas? porque eles estão comendo-as agora... Fala Fernanda perplexa.
- Acho que quando ouviram o barulho do nosso carro tentaram chegar até nós e deu nisso aí. Disse Rubens. A praça se encontrava com um fluxo de zumbis muito alto, uns por cima dos outros, pareciam formigas olhando de longe, tinha gente morta no chão que eles acabará de matar.
Douglas entrou no esquina da rua onde Fernanda morava, logo o coração dela disparou, sentia falta daquilo tudo, via alguns zumbis que eram seus vizinhos, e isso é ruim.
- Tudo bem, amiga? Pergunta Sofia a ela.
- Vou ficar! Ela responde. Douglas logo parou na casa do menino que possuía os PCs, e eles entraram correndo, fechando a porta de entrada.
- Todo cuidado é pouco pessoal. Disse Fernanda, Vamos fazer a ronda primeiro, e ver se tem algum deles andando por aqui. Mau Fernanda fecha a boca, a mãe do menino aparece. Ela sem poder fazer muito corta-lhe a cabeça...
- Meu Deus. Diz Rubens.
- Pois é. Diz Fernanda.
Logo eles notam que não tem mais nenhum morto vivo ali, e começam a procurar, não demora muito a acharem os computadores.
- Coloca tudo dentro da mochila cabe muita coisa ai. Grita João Pedro. Eles colocam e paga as coisas que acham que deve ser do uso deles. Ao sair o número de zumbis vai aumentando, todos sobem no carro, Douglas ligam o carro, Fernanda vai subir quando perde os movimentos, Seus olhos aponta as primeiras lágrimas, Douglas não vê que ela não subiu e dar a partida.
- FEEEERNNNAAANNNDAAA... Grita Sofia.
- Para essa droga de carro Douglas. Douglas olha no retrovisor e vê ela parada, e os zumbis se aproximando. Ele dar a ré, e mata os que estavam indo em direção a ela por trás. Sofia notou que os zumbis que estavam vindo na frente dela, dentre eles dois era seus pais.
- Meu Deus, eu não acredito. Sofia fala.
- O que foi Sofia? Pergunta Rubens.
- Os pais dela gente, por isso que ela está assim, FERNANDA REAGI, eles não estão vivos, vem, vamos embora.
Fernanda ouvia tudo com muita dificuldade as palavras iam cortando ao seu ouvido, seus sntidos estavam embaralhados uma explosão de sentimentos jorrava dentro dela, ela não estava acreditando no que estava vendo, quando ela virou um pouco a cabeça, notou que sua amiga iria atirar nos zumbis.

Poff, poff.... Ela disparou.

- Eu não acredito... Sofia disse.
- Muito menos eu. Rubens disse.
Fernanda havia feito os disparos e matados os seus pais mortos vivos, depois saiu correndo para o carro, subiu e Douglas, tirou de arrancada.
- Vamos ao posto de gasolina agora. Grita Douglas dentro do carro.
- DIRETO PARA CRECHE. Fernanda grita, Seus olhos estavam vermelhos, juntamente com seu rosto, ela não conseguia encarar nenhum dos presentes, foi o caminho todo sem mencionar uma palavra, quando chegaram Pedro já estava esperando abriu o portão, logo todos chegaram a garagem para ver como eles tinham se saído, Fernanda desceu do carro e passou por todos com rispidez.
- Gente, mas o que deu nela? Pergunta Ketlyn.
- Nem queira saber... Disse Douglas com tristeza, colocando as mãos na cabeça.
- O que foi gente fala... Disse Sérgio. Nenhum respondeu, ficaram com expressões fúnebres, quando se ouviu o barulho vindo da sala dela. Sérgio correu pra lá, e o resto o acompanhou, uns ficaram olhando da janela o que era que estava se passando. Fernanda estava socando a TV enorme da sala, suas mãos só refletiam sangue, seus gritos, era gritos abafados como se estivesse tentando evita-los. Ela continuou a quebrar vidro por vidro da televisão, todos ficaram com medo e horrorizados pela situação.
- Feh? Prima? Amiga? Fala comigo o que foi.
- SAAAÍ DAQUI, NÃO FOI NADA SÓ ESTOU COM RAIVA . Ela gritou, as lágrimas já rolavam em seu rosto. Sérgio não a ouviu, a segurou por trás, para que não se machucasse mais, Sofia correu e o ajudou, eles tentaram acalma-lá.
- Calma Fernanda se recomponha, por favor. Disse Sofia, segurando seus braços.
- POR QUE? POR QUE COMIGO? EU NÃO FIZ NADA DROGA, E TEM QUE SER JUSTO COMIGO. INFERNOOO. Gritava ela.
- Feh, fique calma, independente do que tenha acontecido, vai passar, calma! Falou Serginho abraçando ela.
Lá fora todos estavam atordoados com o acontecido, então foram para a mesa para os meninos explicarem de fato o que havia se passado, alguns achavam que ela estava contaminada, mas depois que eles relataram todos  os acontecimentos, os demais ficaram triste.
- Cara eu realmente não acredito nisso... Disse Ketlyn, com as lágrimas rolando.
- Pois é, eu pensei que Sofia tinha feito os disparos mas quando olhei tinha sido ela, realmente eu não tinha essa coragem, atirar nos meus pais, porém, acho que se eu tivesse na mesma condição que ela fazia o mesmo, eles deveriam ser mortos por minhas mãos. Disse Douglas.
- Cara isso é realmente doloroso. Disse Lavínia.
- Imagino o que ela está sentindo, não é a toa que ta quase louca. Disse Silvanio.
- A gente não imagina nada Silvanio, a única pessoa aqui que chegou a fazer isso foi ela, se um de nós fizesse o mesmo, estaríamos pior garanto. Disse Ketlyn, que posteriormente corre em direção do seus aposentos.
- Também acho! Disse Carla.
Todos ficaram muito tristes com o acontecido, mas voltaram a fazer as suas tarefas, os meninos, foram analisados não estava contaminados, faltava Fernanda, que seria a próxima. Rubens João Pedro e Douglas descarregavam o carro, tendo ajuda de Ana Maria.
Samara e Sabrina estava sentadas no banco da pequena pracinha, conversando como sempre, Ketlyn estava deitada, as lágrimas não parava de rolar sobre o rosto. Pedro, Lucas, Valeska, e Lavínia, estavam em cima das plataformas fazendo guarda. Sérgio ainda continuava com Sofia, Fernanda continuava imóvel, não chorava mais, apenas estava com os olhos vermelho e um olhar perdido recheado de vazio.

11hrs02min

Silvanio já estava pondo a mesa, junto com Lavínia. O pessoal aos poucos iam chegando e sentando, finalmente chega Sérgio e Sofia e se junta ao resto.
- E ai, como ela está? Pergunta a ketlyn.
- Acho que ela virou estátua, não se move, não fala nada, apenas fica olhando para a parede. Diz Sofia.
- Chamamos ela para comer, mas ela não disse nada, então falamos que vínhamos na frente, foi ai que ela respondeu, um "ta certo". continuou Sérgio, mal havia terminado de falar, Fernanda entra, para a surpresa de todos, que a olhavam intrigados.
- Posso saber o motivo dos olhares? Fernanda questionou com raiva.
- Não é nada... Ketlyn respondeu.
- Que bom! Ela sentou na mesa, e logo se serviu, comeu mais rápido do que todos, nesse dia, não teve aquela farra de conversas, o almoço foi bem silencioso, poucas pessoas falavam. Ela terminou e saiu em direção a sala, suas mãos estavam enfaixadas, Sofia e Sérgio havia cuidado dos ferimentos.
- Realmente ela não ta pra papo. Disse Lucas;
- Também né, nem eu estaria. Complementou Samara.
- Pessoal vamos respeitar. Disse Sérgio.
- Sabe o que é Sérgio, tínhamos programado de fazer uma balada aqui. Disse Sabrina.
- Verdade. Todos confirmam, exceto Sérgio e Sofia.
- Como assim uma balada? Ele pergunta.
- Então, porque tem a sala de vídeo, as paredes são a prova de som e poderíamos fazer uma festa lá, temos energia, jogos de luzes, bebidas e musicas, tudo o que precisamos. Disse Sabrina.
- Entendo, mas acha que é uma boa hora para isso? Ele pergunta.
- Mas nem sabemos quando ela vai ficar melhor, e além do mais, precisamos nos divertir. Disse Valeska.
- Nossa garota, quanto sentimentalismo você tem. Disse Sofia.
- Fica na tua que ninguém lhe convidou. Retrucou Valeska.
- Há é? olhe o jeito que tu falas comigo criança. Sofia falou já puxando a espada que era de Carla.
- Eeeei, vocês duas, parem. Diz Sérgio entrando no meio.
- Ela que começou. Disse Valeska.
- Eu realmente não me importo quem começou ou não, só parem. Disse ketlyn ficando irritada.
- Então como vai ficar essa balada. Pergunta Douglas.
- Temos que ver com Fernanda. Diz Sofia.
- Ishi, acho difícil ter. Disse Lucas.
- Precisamos que alguém próximo a ela, vá pedir autorização. Samara disse, todos focaram o Sérgio.
- Nem vem que eu não vou. Disse ele, assim os olhares pararam em Sofia.
- Muito menos eu. Disse Sofia. No mesmo estante todos olharam para Ketlyn, sabia que Fernanda gostava muito dela, que era sentimento além da amizade, o que estava na cara, porque Fernanda se entregava ao olha-lá.
- Eu? Nãã - nããã - nããoo, Negativo. Diz Ketlyn. Não demorou muito, Ketlyn estava indo a sala que Fernanda encontrava-se.

Toc, Toc...

- Pode entrar. Diz Fernanda. As luzes estavam todos apagadas, e tudo estava fechado, parecendo um lugar fúnebre, Ketlyn notou que Fernanda estava sentada em cima da mesa, mexendo com sua espada de um lado para o outro.
- Como você está? Pergunta Ketlyn.
- Bem...
- Hum, que bom.
- Hum.
- Sabe o que é?...
- Vá ao ponto, sem mais delongas, odeio isso! Fernanda cortou a fala de Ketlyn.
- Nossa, seu humor ta nas nuvens, então tá, os meninos querem dar uma festa na sala de vídeo, porque é tudo forrado, e querem pedir sua autorização, se podem ou não? Ketlyn fala tudo de uma vez.
- Está bem Ela responde.
- Hã? Assim de boa?
- Sim, tudo bem, podem dar a festa seja lá o que for.
Ketlyn notou que ela estava realmente mal, também não era para menos mediante o acontecido, não esperava-se outra reação.
- Você vem, não vem? Pergunta Ketlyn.
- Se me der vontade eu irei.  A conversa acontecia sem troca de olhares, Fernanda continuou imóvel parada no escuro, apenas uma pequena fresta de luz denunciava sua localização no ambiente, Ketlyn não conseguiu ver seu rosto.
- Tá obrigado, sinto muito pelo acontecido, se precisar de mim sabe onde me encontrar. Ketlyn falou saindo da sala.
- Okay. Ela sussurra.

- E...? Pergunta Silvanio, eufórico.
- Tudo bem, podem dar a festa. ketlyn, responde. A maioria comemorar.
- Hã? como assim? ela deixou de boa? Pergunta Sofia a ketlyn.
- Por incrível que pareça, permitiu.
- Ela realmente não está bem. prosseguiu Sérgio.
- Pois é, também acho! Mas enfim, vamos ter festa né?! Disse Ketlyn.
A turma começaram a organizar as coisas, Carla ligou o gerador para que as bebidas fossem congeladas, afinal elas estavam quentes. Ana Maria foi dividindo as bebidas que iriam consumir, Silvanio correu para preparar algumas sobremesas para a noite, com ajuda de Lavínia, Samara, Sabrina, Ketlyn, valeska, e Carla correram para fazer a decoração. Rubens, Douglas, Pedro, João Pedro, Lucas, Sérgio e Sofia, faziam ronda e guarda nas plataformas e pelo chão, verificando a segurança.

18hrs00min

Tudo já estavam pronto, a galera estava na euforia total, todos tomando banho e se arrumando como se fossem para uma festa com muitas pessoas, de cantores famosos, mas era só dar dois passos estavam dentro da "festa", ´Fernanda ainda continuava na sala.

- Amiga, não vai tomar banho e jantar? Perguntou Sofia a sua amiga.
- To indo agora. Disse Fernanda se levantando e pegando sua coisas, se dirigiu ao banheiro.
- Acha que ela vai aparecer lá na sala de vídeo? Pergunta Sérgio a Sofia.
- Não faço a menor ideia, mas vamos ver... Sofia e Sérgio iriam aproveitar a noite também, logo a musica começou, não dava para se ouvir muito de fora, quando Fernanda saiu do banho se viu completamente sozinha, foi direto para a sala, pegou suas armas e começou a fazer a ronda sozinha. Subiu na plataforma que mais gostava ficava olhando para os mortos vivos de um lado para outro, queria realmente saber o que eles estava sentindo, ela queria saber se eles sentia dor, e se tinha gerador dor em seus pais no que ela tinha feito.
- Você não vem? Pergunta Ketlyn, tirando Fernanda de seus pensamentos.
- Nossa que susto, não sei, não estou com clima...
- Vem cara, ta tão bom. 
- Você está quase bêbada. 
- E dai? não temos aula amanha, não temos com o que se preocupar a não ser com esses anjinhos ai. Ela aponta apara os zumbis.
- Verdade, se der eu vou, pode ir curtir lá.
- Ta bom. Ketlyn deu um selinho em Fernanda, que quase cai da plataforma.
- O que bebida não faz. Sussurrou Fernanda com um sorriso de amarelo.

A festa estava bombando, Silvanio se dando em cima de João Pedro, que tentava fugir das investidas, Sérgio e Sofia em um canto os dois estavam muito chapados, afinal ali dentro ninguém estava mais consciente. Douglas continuava trocando olhares com Sérgio, que gostou disso.
- Sérgio, quer saber?! É hoje que eu vou pegar essa nega. Fala Sofia saindo e indo em direção a Carla que estava dançando loucamente com Ketlyn, Valeska e Lavínia. Sofia se aproximou, logo Carla lhe deu brecha as duas começaram a dançar.
- TA CURTINDO? Sofia perguntava para Carla ao ouvido.
- HÃ? NÃO ENTENDI. Carla responde.
- EU PERGUNTEI SE TA CURTINDO A FESTA?
- HÁ SIM, ENTENDI, ESTOU, E VOCÊ?
Logo Sabrina já tinha cutucado Samara para mostra o que estava se passando, Samara entrou no meio de Carla e saiu puxando ela, Carla saiu de boa, e começou a dança com Samara. Sofia quase voa nela, por retirar Carla dali, mas é surpreendida por Sabrina.
- JÁ VAI ATRÁS COMO UM CACHORRINHO? Diz Sabrina.
- O QUE É QUE VOCÊ QUER MANO? NUM CANSA NÃO?
- EU SEI QUE VOCÊ AINDA É DOIDINHA POR MIM, ADMITE LOGO CARA.
- PARANOICA, VOC...
Sabrina a surpreende com um beijo, quando todos olham começam a comemorar, tirando maior onda. Carla ver aquilo, e faz uma cara de ciúmes, e fingir que não se importa. Logo Sabrina sai arrastando Sofia para uma sala privada, Sofia que estava com metades das chaves das salas, entrega uma de a Sabrina que abre e logo joga Sofia em uns dos colchonetes. Fernanda que estava em cima da Plataforma continua boquiaberta.

- Mano i-isso, i-sso, n-não, n-não. Tentava argumentar algo, porém Sabrina, estava lhe provocando de todos os modos.
- Relaxa Soh, olhe a sua volta o que ver? não vivemos mais no mesmo mundo que vivíamos alguns dias atrás, as regras são outras, e isso que estamos fazendo não faz parte de nenhuma regra. Finaliza Sabrina, começando a tirar a roupa de Sofia, que cedia tudo facilmente.
- Foda-se. Sofia domina por cima prendendo os braços de Sabrina acima de sua cabeça, começou a beija-lá pelo pescoço, o que causava pequenas erupções na região intima de Sabrina, a mesma começava a se contorcer com os apertos que Sofia lhe dava em seu busto, deixando Sabrina mais louca. Sofia sem demora abriu seu sutiã lhe arrancando com agilidade, logo se encontrava brincando com eles.
- Me come Soh, eu sempre quis isso... Suplica Sabrina em sussurros, que reagi com um olhar animador.
- Calada, você sempre quis isso, e eu não. Nesse meio tempo a puxando e grudando seu corpo como um velcro em meio a suas pernas, arrancando pequenos gemidos de Sabrina... 

 19hrs00min

- Rapaz essa festa ta rolando de tudo mesmo, só espero que a dona Sofia não venha se lamentar comigo amanha, vai comer a doida porque quer. Fernanda fala rindo. Ela desce da plataforma e vai até a festa, ao entrar se depara com muita fumaça e bebida por todo canto, Silvanio passa por ela, e em seguida João Pedro.
- Ishi isso ai vai dar merda. Diz Fernanda rindo.
- Que bom que veio. Fala Ketlyn,
- É resolvi passar aqui... Diz Fernanda meio sem jeito. Ketlyn entrega uma bebida a ela, e ela vai encontro de Sérgio, que parecia que tinha virado um zumbir de tão bêbado que estava, todos estavam bêbados aos extremos. Fernanda se aproxima de Sérgio.
- É o amor, que mexe com minha cabeça e me deixa assim.... Fernanda canta ao chegar perto dele.
- Amor demais, é tanto amor, que não é capaz de assumir o que pensa. Sérgio riu ao final da fala.
- Ooh, demais cara, infelizmente, é isso ai.
- E o que você faz aqui?! achava que não vinha.
- Meu irmão, aquele vai e volta de zumbis, eu preferia a festa obviamente né?!
- Entendo, então aproveita. Diz Sérgio.
- Não cara já tô me retirando. Fala Fernanda, Ketlyn começa dançar loucamente, Sérgio entra no ritmo, e logo estão todos loucos. Fernanda voltou a plataforma de antes, continuou sentada esperando alguma movimentação, o que era difícil, quanto mais os dias passava, mais escasso ficava aquele lugar, de pessoas, de zumbis de tudo.

03/11 06hrs14min

Fernanda havia adormecido na plataforma que estava, quando de repente ouve-se barulhos no portão principal, Fernanda logo despertou, pegando a katana, e as pistolas que estavam perto.
- GENTE ACORDA, PREVEJO ALGUM PROBLEMA. Grita Fernanda, que não obtém nenhuma resposta, em seguida ela corre para o quarto onde estava acontecendo a festa, estava algumas pessoas, vômitos por toda a sala, Fernanda só reconheceu Sérgio e Douglas que dormiam próximos.
- Se eu não tivesse realmente preocupada iria fazer especulações de má fé desses dois. Fala Fernanda acordando-os.
- Vamos Douglas,Sérgio preciso de vocês.
- Me deixa dormir, to morrendo de dores de cabeça mãe. Fala Douglas.
- Mão o caralho, levanta logo! Grita Fernanda.
- Meu Deus o que foi, mal amanheceu, já está aos berros. Levanta Sérgio de mal humor, ainda sonolento, uma grande ressaca iria pega-lo.
Nesse meio tempo, ouve-se um barulho maior, um estrondo. Fernanda que não esperou mais pelos amigos, saiu correndo do quarto, Pedro Emanuel, já se encontrava, correndo em direção ao barulho.
- Pelo menos um meu Deus. falou Fernanda ao lado do mesmo.
- Acho que estamos ferrados. Diz Pedro
- Tem algum palpite ? Pergunta Fernanda.
- Tenho mas prefiro não contar.
Quando os dois chegam no hall da entrada, viram a coisa mais bizarra que poderiam imaginar, os zumbis estavam puxando partes das entranhas do corpo de Lucas.
- Me... m...meu...meu Deus. Fala Fernanda.
- Eu temia isso. Pedro fala. Logo notam que se demorarem mais, aquele portão não vai suportar o peso de muitos zumbis, pois o fluxo de zumbis estava se intensificando cada vez mais, cada um tentando prova pelo menos um pouco do sangue.
- E agora o que faremos? Pergunta Pedro.
- Cara não tô nem conseguindo pensar, precisamos dos outros, mas como nota-se estão, todos bêbados ainda, e acho que não vão fazer muito, daqui a pouco, Lucas levanta e fode com nós, então vamos esmagar a cabeça dele, e vamos tentar diminuir o que der. Fernanda finaliza correndo em direção do portão, que começa acerta a cabeça de alguns zumbis com a ponta da espada.
- Cara eu não tenho coragem de esmagar a cabeça dele. Fala Pedro, puxando Lucas pelas mãos.
- É bom procurar ter, porque você vai precisar. Diz Fernanda. Os olhos de Pedro já se encontravam em lágrimas, o que era um problema para Fernanda, e o que lhe fez lembrar do dia anterior.
- Eu não consigo! Fala Pedro, se afastando de Lucas.
- Pedro, não seja covarde você precisa lidar com isso, vai enfrente, tem que aprender a sobreviver. Fala Fernanda quase não contendo os zumbis que faziam força contra o portão.
- Pra você que matou seus pais, está tudo perfeito. Vai enfrente. Pedro nem imaginava que poderia tocar na mais profunda ferida que Fernanda já poderá ter adquirido até ali. Fernanda pega as pistola e começa a disparar rapidamente contra os zumbis que estavam no portão, logo chega Sérgio acompanhado de Douglas e Rubens, que ficam paralisados ao ver Lucas naquela situação.
- Meu Deus Feh, o que ta acontecendo aqui? Pergunta Sérgio.
- Lhe responderia se não estivesse vendo nada, mas como sua visão está ótima, nem vou me ocupar a fazer isso.
- Que mal humor! Diz Rubens. Pedro estava encostado na parede tentando mirar para a cabeça de Lucas, mas não conseguia se quer levantar a arma.
- Façam isso para mim por favor. Fala Pedro entregando a arma para uns dos três que pegasse primeiro.
- Eu me recuso. Disse Douglas, seguido por Sérgio e Rubens. Todos os três não fariam aquilo. Quando menos se esperava os miolos de Lucas, voa pelos ares.

Paff .... Paff...

Dois tiros foram disparados, os quatro olharam boquiaberta para Fernanda, que se encontrava parada ainda mirando a arma para Lucas.
- Qual seu problema? Pergunta Pedro partindo para cima dela.
- Calma ai Pedro, fala Sérgio tentando tomar a frente dele, que foi um fracasso.
- Você pensa que pode fazer o que bem entende né? mais vou lhe dizer que está enganada. Fala Pedro segurando as golas da camiseta de Fernanda, que a mesma continua parada lhe olhando fixamente. Rubens tentar tirar ele mas também não consegue.
- Em? Me responde? ficou covarde agora. Ele estava pressionando Fernanda na parede.
- Se você não tirar essas suas mão de cima de mim, eu garanto que a mesma arma que estourou a cabeça de Lucas vai ser a mesma que vai estourar a sua. Ela fala para ele, que logo a solta.
- Me pergunto com quem vivo a cada dia aqui dentro, ao invés de corajosos mais covardes vocês ficam. Acho bom, vocês me ajudarem pregar alguns reforços nesse portão, porque se eles conseguirem entrar aqui, infelizmente não vou ser de grande coisa, e a coragem que vocês estão tendo muito menos, então ande e me ajude e mude essas caras de mulas imprestáveis de vocês quatros. Saiba Emanuel, que o que fiz com meus pais, foi o melhor para eles, apesar de não querer isso, mas foi o melhor que poderia fazer, e da próxima vez que tentar jogar isso na minha cara, lhe darei uma resposta não tão civilizada como esta. Fernanda termina se dirigindo as madeiras que se encontravam do outro lado.
- Você é louco ou ainda está bêbado? Porque passou isso na cara dela? Pergunta Sérgio incredo-lo para Emanuel.
- Porque ela é uma ditadora, sem coração, vocês viram o que ela fez com Lucas.
- Eu não te entendo, ontem estava defendendo ela, e agora está falando isso... O que você pensa afinal? Perguntou Rubens.
- Ela só fez o que se devia fazer Emanuel, eu entendo que você esteja revoltado, porque ele era um dos nossos, mas em pouco tempo ele seriam um deles, e isso, seria trágico para nós, pois você sabe como eles estão evoluindo rapidamente, tivemos a prova de Alice, Lucas não seria diferente. Finalizou Douglas.
- Pois é, melhor irmos fazer o que ela pediu, conhecendo bem, está pior que um leão faminto. Disse Sérgio, Logo todos estavam trabalhando e reforçando as grades.

Continua... 


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