1 de outubro de 2015

Apocalipse Zumbi (Quando o amor fala mais alto) Parte 1

"Nem no maior caos da minha vida, poderia imaginar que tudo dependesse apenas de amor".

28/10/2015 20hrs30min


- Mano qual teu problema? Por que faz isso com você mesmo? Por que não se abre a mim? Por que não me dar uma chance, e esquece esse preconceito que você carrega?

- Meu Deus, de novo você com isso, não vai parar de repetir isso?
- Até você me aparecer com uma resposta que faça lógica para mim, eu não vou parar de repetir isso Ketlyn!
- Eu não sou obrigada a nada, ainda mais a estar aqui, então fui.
- Muito bem, faça como sempre faz, me deixe mais uma vez sem resposta, a pessoa que mais a ama neste mundo.
- Já falei que era pra esquecer isso, é bobagem, não posso, não devo, é errado!
- Ketlyn, então é errado te amar? imagina se eu acordo amanha morta, como se sentirá sabendo que morri achando um erro lhe amar? pra mim já deu, quem vai sou eu, fui! Fernanda da um abraço forçado em Ketlyn, e sai desnorteada, rumo a sua casa.
- Tudo bem, tchau e se cuida! Diz Keltyn.


Fernanda é uma menina do interior de uma cidade dos EUA, estuda em outra cidade próxima a sua, nutri um amor incondicional por Ketlyn, pena que não é tão correspondida, pela mesma. Fernanda tem um estilo mais espojado, gosta de regatas, bonés de abas retas, shorts curtos, chinelos unissex, uma boa pessoa, tem grande coração, pena que não agrada a todos, afinal, ninguém nunca vai conseguir agradar a todos não é mesmo? Tem altura média, e peso proporcional ao seu corpo, é bem mais séria estando com pessoas que não convive muito, é difícil de se sentir a vontade de primeira, com as pessoas, mas estando no meio de pessoas que convive todos os dias, é bem extrovertida, sempre costuma ressaltar sua maior idade para todos, tendo isso como ponto de que se deve ter bem mais responsabilidade do que a que tinha no ano anterior.

Ketlyn, uma pessoa maravilhosa, tem uma paixão por cantores internacionais, ama sempre ta descobrindo coisas, porém, odeia errar, se acha a pior pessoa do mundo, quando comete algum erro, é de uma família muito humilde e simples, ama verdadeiramente Fernanda, só não assume isso, pois, não acredite que amor entre duas mulheres esteja certo. Conheceu uma menina na qual teve um relacionamento muito breve, o que faz Fernanda enlouquecer, pois ela não esclarece o que de fato aconteceu, isso realmente é um mistério. Ela conta com ajuda de Fernanda para muitas coisas, pois, assim como Fernanda estuda em umas das melhores escolas, ela também quer estudar lá, ter uma boa educação, por isso conta com Fernanda para ajudar com conteúdos acadêmicos, para uma menina de 15 anos, tem um corpão, pele morena clara, cabelos morenos, e olhos escuros, seu sorriso é a ruína de Fernanda.

Ketlyn: Em casa;

- Ela nunca entende, meu Deus que menina teimosa, afinal isso é errado! E porque eu sinto também? Oh não... Pensamentos cessem, vocês são minha destruição!

Fernanda: Em casa.

- Ela pode ter certeza amiga, eu nunca mais vou falar que gosto dela, eu sei que ela quer que eu encha o ego dela, mas isso eu não faço mais...
- Calma amiga,calma, realmente a sua situação está completamente difícil, mais se lhe serve de consolo, estamos nos mesmo patamares, tentei... Houve um momento de silêncio. - Algo com Andrezza hoje, e um fora foi o que levei! Sofia fala por telefone.
- Put's, amiga, eu revoltada aqui com as coisas de Ketlyn, esqueci legal que você tinha marcado com Andrezza para conversar com ela, mas ai me conta isso melhor...
- Amiga, ela é uma grande vadia, ela faz aquele teatrinho todo, falando isso e aquilo sobre mim, tipo ta na cara que ela é super afim de mim, mais ainda impõe religião e problemas dela, a vá se fuder, eu quero ela, não é droga de problemas e religião! Ainda vem falando que é "Hétero" e que "homossexualismo" é errado...
- O quuuuue? Que vadia mano, a menina mostra pra todos que é caidinha por você e vem com papinho de "Hétero", ela é a pior lésbica que já vi. Se ela for Hétero, eu tenho um pênis com vinte e cinco centímetros! Fernanda finaliza rindo.
- (Risadas) Amiga, já falei que você não existe? você é a pior/melhor pessoa que já conheci! Mas, é isso ai, bola para frente nosso lema né?
- Sim, podes crê. Então o que pretendes fazer em relação a nossa "Hétero Andrezzinha"?

Ketlyn: Em casa;


- Ela não está online, Meu Deus, essa demora toda para entrar! Mas ela não disse nada do que foi fazer.

(Porque não fala comigo? fale comigo cara!) Mensagem enviada pelo Whatsapp, para Fernanda.
- Ela visualizou e não respondeu, serio que ela fez isso?! eu realmente não me importo!

Fernanda: Em casa;


- Amiga, adivinha quem acabou de me mandar uma mensagem no Whats?

- Como se fosse novidade né amiga, Ketlyn fazendo seu teatrinho, outra vadia, não sei quem é pior, Andrezza ou Ketlyn. Gargalhadas se ouvem.
- Concordo plenamente contigo, Soh.... Mulheres meu Deus. Mulheres...
- E ai? vai responder não?
- Claro né, afinal sou trouxa, esqueceu?
- (Risadas) Verdade SOMOS trouxas para não responder. Mais então amiga, boa noite está tarde, preciso dormir, afinal amanha tem mais um dia infernal naquele colégio, e se vemos lá, Beijos irmã!
- Certo parceira. Boa noite, outros.

(Porque não fala comigo? fale comigo cara!)

(Desculpe-me, estava ao telefone falando com Sofia, mais já estou aqui) Resposta do Whats a Ketlyn.

- Nossa, ela já está dormindo mano, amanha ela vai falar um monte. Meu Deus, o que estou falando, nem namoramos e nem nada, mesmo assim ajo como se ela fosse a tal. Afinal, eu sei que ela me ama ela só precisa quebrar a barreira que ela construiu entre nós, com preconceito que amor entre pessoas do mesmo sexo não pode! Mas ser infeliz com uma pessoa que não ama pode? Ta certo então acaba hoje mundão,
 porque já deu o que tinha que dar. Nisso Fernanda se apronta para dormir, até que adormece...


29/10/2015 08hrs00min


Fernanda: Acabando de acordar;


- Mano que tarde! preciso estudar para um seminário! Como está tudo calmo hoje, sem movimentações aqui em casa até chega ser hilário. Fernanda então levanta, tenta ligar o PC, e nota que não está tendo energia nem sinal no celular. Então procura as pessoas de sua casa e não as encontras.

- Mããããe? Alguééém? Por favor meu povo, cadê vocês? Devem ter saído para fazerem compras. Assim ela toma um banho e veste uma roupa casual.
- Nossa, o povo ta demorando a chegar! Neste exato momento ela abre a porta e nota-se varias pessoas andando de um lado para o outro na rua, e quando olha, se assusta com a aparência deles.
- Meu Deus, o que é isso?

- Haaaan

- Haaaaan
- Haaan

O único barulho que as pessoas que estavam fora fazia.

Quando sentirão a presença dela todos correram para o portão, sorte que estava trancado, ela logo saiu desesperada da área e correu fechando tudo, e se refugiou em seu quarto, bem no canto da parede, com lagrimas rolando sem parar.

- Isso, literalmente não pode está acontecendo, não, não, eu me recuso acreditar nisso, é apenas um sonho eu sei que é um sonho, já posso acordar. Começa a se estapear.

-Isso realmente não é um sonho! E continua chorando, só que agora silenciosamente.

12hrs30min


Fernanda, continua sentada pensando em tudo que está acontecendo, já tinha lido sobre a probabilidade de um apocalipse zumbir mas, será isso mesmo que estaria acontecendo? seus pais eram zumbis? todos ao seu redor estavam mortos vivos? será que ela a única sobrevivente?

Respostas nas quais ela não obteria se continuasse ali, então levantou e correu para o fundo da casa, em busca do quarto onde seu pai trabalhavam de várias coisas. Ela tinha uma estante onde jogava toda papelada dela do final de ano letivo, e lembrou que no ano passado, tinha comprado umas revistas sobre um possível apocalipse zumbir, juntamente com sua amiga Sofia.

- Meu Deus tomara que esteja aqui! Nossa, acho que perdi a razão mesmo, to apostando as fichas nas revistinhas de feiras, Meu Deus! Após alguns segundos - Acheeeei....


- Como sobreviver a um apocalipse zumbir?

- O que se deve fazer em um apocalipse zumbir
- Razões para existir realmente um apocalipse zumbir.....
- Ain Meu Deus, ainda falta mais revistas, mas por hora essas está ótimas. Então Fernanda começou a examina-lás cuidadosamente, pensando em que passo iria dar.

- Mano, que porcaria eu já sei disso tudo, Ta.. (respira) vou manter a calma! Fernanda fala lendo a primeira revista. Bom, a boa noticia é que estou no interior, o que acarreta em uma pequena população, uma cidade grande fica aproximadamente umas duas horas daqui, então, no ritmo que eu os vi andando, eles levarão, uns quinze dias para está aqui! Preciso de suplementos, de muitos! Ou seja preciso dar a cara a tapa, ou a boca mesmo.... Nossa até que meu senso de humor ta aguçado. Finaliza folheando as revistas - O quuue? não tente salvar familiares, amigos ou namorados/as? Eu sei que as chances são minimas, mas meus pais eu vou encontra-los, e tem Ketlyn, será que você já é um zumbir?! eu realmente espero que não! Fernanda fala já em soluções.

- Sofia espero que você tenha usado nossa conectividade neste momento e esteja lendo essas revistas também. Mas espero ainda mais, que esteja bem amiga! Fernanda não consegue conte as lagrimas.
- Okay, okay, Aqui diz que preciso de todos os tipos de armas. Então levanta-se procurando ferramentas e armas de seu pai, ela sabia que ele também guardava arma de fogo ali.
- Um martelo tamanho gigante, que legal ou não! Uau, que fação legal papy, desconhecia esse. Ela olha fixamente para uma bainha na qual não lembrava mais.
- Katanaaa meu Deus priminha, amo você. Pega a espada que sua prima Anna, trouxe no natal passado para ela como presente, Anna era viciada em zumbis, então sempre que podia estava induzindo outros em seus gostos e umas das vitimas favorita dela era sem sombras de duvidas Fernanda! Que Também dava bola para Anna só pra ver até onde ela ia, mas na realidade, Fernanda apenas queria ficar com ela.
- Anna minha Anna, ainda bem que gosta de coisas originais, porque se essa Katana não fosse de verdade, você tinha acabado de me deixar na mão, com o tão sonhado apocalipse zumbir que sonhará. Feh Pega todas ferramentas e o revolver de seu pai, calibre 38, carregado de balas e ainda mais com tantas outras para serem usadas. Ela volta a ler os próximos passos.
- [...] Conferir se matou mesmo o zumbir ... - Ta de zoação com minha cara? eu vou ter tempo para ver se matei um zumbir?! Ha fala serio... O resto é só bobagem! Joga tudo dentro da mochila e saí, olha do outro lado e nota que o carro da família ainda está na garagem... O que é uma boa ideia para dar uma voltinha.
Fernanda pega todos os tipos de suplementos e jogam todos no porta-malas, pega as chaves do carro. - lá vamos nós. Ops, antes de sair ela observa o celular do seu irmão no chão e o coloca na mochila, não há mais tempo a perde, vai até o portão da garagem e ver que há um grande números deles lá fora, ela olha para Laion (Cachorro do seu irmão)
- Perdão garoto, mas você precisa se sacrificar por mim! Assim, coloca Laion para fora da garagem, o que chama atenção dos amigos mortos vivos, Laion saí em disparada, afinal ele mais do que ninguém amava aquelas ruas, iria se dar bem. Todos os zumbis corre (Tentam pelo menos) atrás do cachorro, o que dar uma fuga perfeita para Feh, que liga o carro e saí em disparada, seu destino agora era a casa de Ketlyn.

Fernanda sabia que de tudo poderia encontrar, mas sabia que o que sentia sem dúvidas era verdadeiro demais para acreditar que tudo acabou assim, e não custava nada tentar arriscar. Alguns zumbis entravam na frente, mas ela passava por cima, nada poderia impedir de ver com os próprios olhos que seu amor era mais uma deles. Ao chegar na rua de Ketlyn, viu um grande número de zumbis na parte inferior de sua rua, e viu que duas meninas estavam sendo devoradas e isso lhe causou muitas tristezas. Parou o carro, a sorte era que Ketlyn moravam em uma descida, o que dava para desligar o carro mais acima e chegar sem chamar tanta atenção. Notou a porta aberta da casa de Ketlyn, e em sua mente processava que não existia mais vida ali, mas mesmo assim desceu do carro, pegou a Katana, e como se não tivesse mais ninguém em sua frente, saiu cortando a cabeças dos poucos zumbis que tentava acompanha-lá, entrou na casa e logo fechou a porta, tinha dois zumbis na sala estava tentando entrar no quarto que estava com a porta fechada, assim que a viram eles foram em sua direção, ela logo decepou as cabeças deles, a Katana que sua prima tinha lhe dado de presente, estava saindo melhor que encomenda. Ainda aflita com tudo aquilo e com com o rosto flutuando em lagrimas não deixou seus pensamentos lhe derrubar, verificou o quarto que os zumbis queriam entrar, não tinha nada. As esperanças dela estavam cada vez mais escassas.

- Idiotas! Nem para serem zumbis servem, afinal o que eles queria nesta porcaria de quarto? O quarto pertencia a Ketlyn, Fernanda não aguentava mais e tentava se controlar o choro era continuo porém, continuou.
Ela saiu do quarto cuidadosamente foi devagarzinho olhando todos os lados, não queria ser surpreendida por nenhum zumbir. Entrou no quarto de Pedro Emanuel, o irmão mais novo de Ketlyn, não tinha nada continuou, nada na cozinha, passou pelo quartos dos pais de Ketlyn, que estava com a porta aberta olhou por cima e não viu nada, afinal se estava aberta era porque não tinha ninguém. Quando chegou no quintal, deparou-se com um zumbir, comendo o cachorrinho da família, rapidamente tratou de lhe tirar a cabeça, olhou todos os lados do quintal e não tinha nada, sentou-se e começou a chorar desesperadamente, os soluços era cada vez mais intensos quando finalmente escultou um barulho que parecia com choro mas não era o choro dela, não era possível que no primeiro dia já iria ficar louca. Levantou e correu para a cozinha, foi andando em direção ao quarto dos pais de Ketlyn, viu uma porta por trás da taboa do guarda-roupas, tentou abrir e nada, colocou o ouvido para tentar ouvir alguma coisa e nada, depois de alguns minutos ouviu alguns sussurros.
- Ketlyn? Emanuel? Alguém ai dentro? Aguardou alguns segundos... Sem resposta! será mesmo que ela estava imaginando coisas?! Ajoelhou-se em frente a porta desesperada.
- Sou eu Fernanda, se tiver alguém, por favor, abra está droga de porta, porque eu realmente não suporto mais... Continuou na mesma. Então levantou-se, e seguiu em direção a porta de saída do quarto. TRUM!! Ouviu-se. Fernanda olhou para a porta, e realmente começou a soluçar imóvel, apenas parada olhando.
- Eu realmente não esperava isso.
- Porque isso cara? 
Fernanda, corre para abraçar Ketlyn que se encontrava da mesma forma que ela, em total desespero.
- Eu te amo, nunca iria deixar você sem ter a certeza de que estava bem! 
- Eu sabia que você viria, eu sabia, eu sabia, eu estou com tanto medo, eu estou atordoada, eu realmente estou fora de mim. Fala Ketlyn, apertando cada vez mais a outra.
- Eu não parei de pensar em você um minuto se quer, você sabe disso, sabe quando estou pensando em você.
- Eu sei, por isso que me tranquei aqui, lhe esperando eu sentia que você não era um deles, eu sentia que você estava pensando em mim. Ketlyn fala soltando Fernanda, que logo avista seu irmão sentado olhando a cena.
- E ai cara? como ta?
- Péssimo claro, era pra está como?! Emanuel responde com voz de choro. Keltyn volta a fechar a porta e os três sentam, Fernanda envolve a outra e permanecem assim por um bom tempo.
- Como conseguiu chegar até aqui? Interroga Ketlyn.
- Bom, depois de me deparar com a real situação, eu fiquei algumas horas tentando sobreviver ao choque, depois corri e peguei umas revistinhas que tinha comprado na feira, que é a respeito do apocalipse zumbir, e comecei a me organizar, peguei algumas coisas e o carro do meu pai e vim para cá.
- Tem muitos deles lá fora? Pedro pergunta.
- A maiorias dos nossos conhecidos estão lá fora Pedro, eu realmente tenho medo de não existir muitos de nós vivos.
Ketlyn, a aperta mais forte - Eu não estou pensando direito.
- Calma, estamos todos juntos nessa, e vamos fazer de tudo para irmos até o final juntos. Fernanda concluí apertando-a contra seu corpo. Depois de alguns minutos, Fernanda já havia dado o que tinha trago a Ketlyn e ao seu irmão.
- Então o que pretendes fazer agora? Ketlyn pergunta.
- Bom, de acordo com que li nas revistas, precisamos nos estabelecer em um lugar que possa ser nosso porto seguro, e depois nos abastecer de suplementos.
- Maravilhoooso, minha vida dependendo de uma revistinha de papel reciclado. Ketlyn fala ironicamente.
- Beleza cara, mas é a unica coisa que temos por hora, ou tem plano melhor? Fernanda fala irritada.
- Não, não tenho nenhum plano melhor!
Vocês duas, parem! Não é um bom momento para DR's, Fernanda já pensou nestes tópicos? Pedro interrompe.
- Bom, então, sabe aquela creche que tem aqui na nossa cidade, ela é extremamente gigantesca, estava pensando em faze-la de nosso porto seguro por hora.
- Boa ideia. Diz Pedro.
- Posso saber como vamos entrar? como você diz ela é enorme, tem grades e cercas, e como chegaríamos até lá? Ketlyn pergunta.
- Por isso que peguei todas as ferramentas do meu pai, principalmente as cortantes de ferros, coloquei no banco do carona e outras no portas-malas, e vamos chegar até lá de carro. Ela levanta as chaves do carro sorrindo.
- Eu me recuso a sair daqui. Ketlyn fala fazendo birra.
- Okay então, eu mesmo vou com ela! fala Pedro levantando e se arrumando para partir.
- Até você Pedro? Ketlyn pergunta cruzando os braços ainda sentada diante do irmão.
- Até eu sim! Precisamos viver, e vamos viver. O que tenho que pegar Fernanda?
- Todas as armas que encontrar inclusive de fogo, vamos usa-las em último caso, pegue barras de ferros e pé de cabra se tiver, chave de veículos e suplementos, de preferencia comidas que não se estraguem facilmente.
- Okay, vou preparar as mochilhas! Há, só mais uma coisa, não tem mais nenhum zumbir na casa não né? e não há perigo deles entrar?
- (Rir) Não, está tudo tranquilho tem alguns mortos, mas as paredes são altas e pelo que eu notei eles não pulam,correm e nem tem tantas forças assim, então ta tranquilo!
- Menos mal! Pedro sorrir ao sair do quarto.
- Hey? Fernanda chama Ketlyn, que não a responde ainda de braços cruzados, Então pela primeira vez se aproxima dela e segura seu rosto olhando em seus olhos. - Jamais lhe deixaria sozinha aqui ainda mais com tudo isso acontecendo, facilita as coisas para a gente e coopera, confia na gente, em você, no universo, vamos conseguir. Fernanda continua segurando o rosto de Ketlyn e olhando em seus olhos. Neste momentos, as lagrimas do rosto de Ketlyn rolam mais que tudo.
- Eu sei cara, eu tenho medo! me desculpa estou sendo infantil mas é que isso tudo é demais para mim preferia ter vira.... Fernanda a interrompe com um beijo, pela primeira vez, os lábios das duas se encontraram, e o contato era como choque nas duas um beijo interminável e apaixonado estava acontecendo.
- Nunca mais fale ou tente falar que preferia ter virado um deles, isso me doí fundo. Fala Fernanda olhando em seus olhos e logo após se retiram, iria ajudar a Pedro a preparar as coisas. Ketlyn, continuava com olhos fixo para o nada, não acreditava naquilo, estava em outro estado de choque.

Estava tudo pronto, Fernanda olhava pelas retas da porta como estava a situação fora, em seguida falou. 
- Vamos fazer o seguinte, vamos correr até o carro, eu estou com a Katanna, você Pedro com a barra de ferro, e você ketlyn atrás de mim, mais tó esse pé de cabra. Nosso alvo aqui, é apenas as cabeças deles entenderam?

- Sim. Os dois falam.
- Muito bem, no três abro a porta e corremos, vocês entram na parte de trás do carro esta aberta.
- Okay. Os dois falaram novamente.
- Muito bem então. Um.... Dois... e.... Três. VAAAI. Abriu a porta e os trés correram, tinha poucos zumbis, Keltyn, sempre na frente, Fernanda cortando as cabeças dos que tentavam se aproximar do lado esquerdo, e Pedro cortando as cabeças dos que vinham pela direita. chegaram no carro, logo entraram e travaram as portas.Começou aparecer zumbis até de onde não se imaginava, a sorte era que eles era bem fracos, por enquanto. Fernanda soltou o frei de mão e saiu atropelando alguns de preferência passando por cima das cabeças deles, ligou o carro no final do alto, onde curvou pegando o caminho de volta. Tirando a rua de Ketlyn, até que o movimento estava pouco. Fernanda procurou ir pelas áreas que possuía menos pessoas, chegando ao lado da creche, parou o carro, e logo os três pegaram as coisas, e começaram a subir nas grades, usaram o carro como escada. logo os trés já estavam dentro. Se encontravam, no gramado, a creche eram enorme, então de tudo se podia encontrar. foram andando cuidadosamente cada qual com suas armas na mão, Fernanda notou que tinha alguns zumbis mortos, funcionários da creche, notou também, que estavam todos bem empilhados.
- Bom, alguém está aqui. e já cuidou de matar os mortinhos. Fernanda fala. Ainda andando cuidadosamente.
- É notei, pela forma que esses zumbis estão mortos. Pedro fala.
- Espera vou me aproximar mais. Fernanda sai andando cuidadosamente, para o patio para verificar de fato se eles estavam mortos, quando fui surpreendida por uma pancada na cabeça que caiu desacordada ouvindo apenas o grito de Ketlyn.
- NÃÃÃÃÃÃOOOO!!!

22hrs15min: Fernanda acordando;


- Acho que estou atrasada... 

- Feeeeeeh? 
- Serginho? Aonde estou? Aiiii, porque minha cabeça ta dolorida? Pergunta Fernanda levantando aos poucos, logo Ketlyn, chega para ajuda-la.
- Desculpe me, Mona, eu pensei que era outro zumbir, e iria lhe arrancar a cabeça.
- OOOOOQUUUUE? Fernanda deitando de novo.
- Que foi Lolô? Ketlyn pergunta.
- Pensei que tinha sido apenas um pesadelo, mais não, não é UMA DROGA DE PESADELO, é real! meu Deus.
- Calma Feh, infelizmente é real sim, mais por enquanto estamos seguros. Sérgio fala.
Fernanda levanta novamente, se senta, e começa analisar o local, notou que estava dentro de umas das salas da creche.
- O bom é que tem colchonete! Serginho, quem está aqui além da gente? como chegou aqui e sobreviveu? cade seus pais?
- Vamos com calma Mona, uma coisa de cada vez. Quem está aqui até agora é apenas, você, ketyln, Pedro, Ana Maria e Silvanio.
- Cadê, Ana Maria e Silvanio?
- Estão no outro quarto dormindo.
- Hum!
- Então, quando aconteceu isso, eu não sei bem, mais tinha acabado de acordar, não encontrei ninguém em casa, e sair, ainda bem que sair achando algo estranho, quando cair na real do que se tratava, encontrei com os meninos também correndo, escalamos as grades da creche, que as portas de entrada estava todas fechada ainda, só estavam os funcionários da limpeza, pegamos algumas madeiras e estouramos as cabeças deles. e empilhamos. depois de algumas horas vocês chegaram, ouvimos barulhos se escondemos pensando que seriam mais deles.
- Bom, eles não tem forças o suficiente para escalar essas cercas e nem arrombar aquele portão enorme da frente. Diz Fernanda.
- Notamos isso depois que Ketlyn nos falou. (Riram). 
- Então como vai ser agora? Fernanda Pergunta.
- Bom, nos resta fazer disto nossa casa. amanha pela manha vamos preparar segurança, depois vamos ver o que faremos. Sérgio responde.
- Por hora estamos com comida o suficiente. Vamos colocar arames e cacos de vidros e se der estacas nas cercas, reforça a proteção delas, e olhar nossos suplementos. Estamos em vantagem, pois estou com o carro do meu pai, grande o suficiente para nós ajudar a coletar suplementos, e vamos procurar mais pessoas que sobreviveram, deve haver. Fernanda Concluí.
- Você pirou com essa paulada que Serginho lhe deu? Procurar mais pessoas? como se a gente tivesse em vantagens para fazer isso. Ketlyn fala aflita.
- Mais precisamos procurar mais pessoas, tem gente precisando da gente Ketlyn.
- Ah, então você agora virou super herói? Porque se for o caso, está ótimo, estamos todos bem, porque caso contrario, vamos morrer!
- Não é hora para picuinhas Ketlyn, pessoas precisam da nossa ajuda, como você precisou, como eu, como serginho, como todos nesta creche precisou. Precisamos de um numero maior. Há Amigos nossos que se encontram lá fora, é uma cidade pequena, mas eu sei que ainda existe.
- Não concordo com isso. Diz Keltyn, levantando e se dirigindo ao seu colchão.
- Complicado cara. Fala Fernanda para Sérgio.
- Demais, Só que mesmo parecendo loucura, concordo contigo, quero encontrar meus pais, e prima, acho que Douglas ainda está vivo.
- Sério Mona? Sinto muito cara, você o ama demais né?
- Sim, demais mesmo!
- Faz assim, assim que terminamos o trabalho amanha aqui, vamos bolar um esquema e ir até na casa dele, ele mora perto da casa de Ketlyn, o movimento lá não é tanto não. Fernanda finaliza abraçando seu primo.
- Obrigado por tudo. Eu realmente estou muito assustado com essa situação.
- Estamos Serginho, estamos. Fernanda levanta deixando Serginho deitado, e se dirige ao colchão de Ketlyn, que esta virada para a parede. Fernanda deita ao lado.
- Hey, eu sei que não está dormindo, vamos conversar. Fernanda fala.
- Não lembro de lhe dar essa intimidade de deitar ao meu lado, e não é porque o mundo ta se acabando que vou lhe dar agora.
- Nossa Ketlyn, seu humor ta mais fedido do que os zumbis morto no patio. Deixa disso sua ignorante, realmente precisamos conversar. Fernanda abraça Keltyn, que se vira e deita com a cabeça no ombro de Fernanda.
- Você e sua mania de querer fazer o impossível. Ketlyn fala.
- Não é impossível se existi. Você sabe disso, tem pessoas reais precisando de ajuda lá fora, apenas de uma forcinha. Muitos estão trancados em lugares terríveis, pedindo a Deus, uma luz a qualquer momento, assim como estávamos. e talvez possamos ser essa luz, só não pode se resumir a nós, porque há mais de nós.
- Eu sei, só que é muito arriscado. Precisamos estudar bem essa situação!
- E vamos estuda-la moça, vamos estudar cada passo daqui pra frente. até quando isso, acabar, ou nos acabar. Fernanda dar um beijo na testa de Ketlyn, e as duas adormecem juntamente com todos do local.

CONTINUA...  

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